Formación emocional del profesorado

Descripción del evento

De la didáctica de la educación al arte de educar

Ana Martínez Masson, psicopedagoga especializada en dinamizar y guiar procesos de cambio e innovación en el sector educativo, y Mónica Castro (del INVEDIN, Instituto Venezolano para el Desarrollo Integral del Niño) guían esta puesta en común del complejo arte de educar. 

Modera en portugués: Sueli Passerini, doctora y Magister en  Psicología por la Universidad de  São Paulo (USP) y  especialista en Creatividad.

 

Ponentes: Ana Martínez Masson y Mónica Castro 

Modera el debate: Sueli Passerini

 

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Nota informativa

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Muro de comentarios

1yyl6qahndzpq Comentario de 1yyl6qahndzpq el noviembre 23, 2012 a las 4:49pm

¿De qué manera los temas desarrollados son aplicables en la mejora de las prácticas pedagógicas en la escuela?

La aplicabilidad de cualquier herramienta tecnológica depende de una adecuada selección, personalización y planeamiento; por ello, Primeramente, debemos seleccionar las herramientas tecnologías que mas se ajusten al logro de nuestros objetivos con nuestros alumnos, es decir, cuan intuitivas y secuenciales son en sus procesos y alcances cognitivos; luego de ello, debemos personalizarlas teniendo en cuenta el grado de dominio que pueden alcanzar en el corto plazo nuestros alumnos y proyectar el logro que deseamos tener. Toda herramienta por si misma es inútil si no se sabe aplicar, dosificar y mejorar, en esta última parte, nos referimos a enriquecer la herramienta en si misma, mediante su desarrollo en base a los resultados y experiencias obtenidas con una determinada población de educandos sin dejar de lado las características propias de estos.

Comentario de Lina María Álvarez Uribe el septiembre 4, 2012 a las 4:57am

El amor, la ciencia, la Tecnología y la Matemáticahttp://youtu.be/ytLoVvpMz9Y en el Quijote.

http://lacienciadesdeelquijote.jimdo.com/

Comentario de Cristiane Machado Rosa el septiembre 4, 2012 a las 4:08am

Toda ação que tem por objetivo conscientizar um grupo, deve ser discutida... Hoje depois de 23 anos de magistério, minha preocupação em relação a temática desenvolvida e me vejo desmotivada por vários motivos, mais o principal deles é a falta de compromisso da Sociedade para com a Educação de seu cidadão. Ninguém aprende em uma cadeira universitária de um curso de licenciatura , a ensinar, a lidar com emoções complexas, a lidar com deficiências físicas e intelectuais. Neste meu momento estou emocionalmente desgastada e com uma sensação de trabalho a ser cumprido.   

Comentario de Grace de Castro Gonçalves el septiembre 4, 2012 a las 3:42am

Interessante temática. Educar e conhecer  a si mesmo para então somente conhecer o outro a fim de educá-lo. A pesquisa a que tive acesso preocupa-se com o profissional professor. Lamento apenas ser uma pesquisa e não uma ação. Ainda não há políticas públicas que se preocupam com a educação emocional do professor. Enquanto as ações que auxiliam o professor na arte de 'professar' não chegarem até ele efetivamente, o sentimento dos e entre esses mestres de escola pública continuará sendo o de abandono. Tarefa hercúlea manter o equilíbrio emocional nessas circunstâncias. 

1ok1cnl9o2dkx Comentario de 1ok1cnl9o2dkx el septiembre 4, 2012 a las 12:27am

Tive oportunidade de trabalhar em uma escola municipal de ensino fundamental aqui em Porto Alegre e observava este desgaste emocional dos profissionais. Propuz um trabalho de coral com os educadores no intervalo entre um turno e outro uma vez por semana. Era maravilhoso para eles. Havia um interesse grande pois a ideia não era só cantar e sim desligar um pouco do "ranço" emocional que cerca o trabalho. E valeu muito para mim como aprendizado. Hoje sou melhor profissional também graças a esse trabalho.

Comentario de Lúcia Maria da Silva Pereira el septiembre 3, 2012 a las 4:03pm

Bom dia a todos!

Cada  vez que entro nesse fórum encontro uma discussão mais interessante que a outra!

Baixei o arquivo da Equipe Brasil para ler porque achei muito importante. Os dados do estudo são impressionantes e refletem a realidade dos professores. Está na hora de pensarmos no professor como um ser humano, que precisa saber lidar de forma adequada com suas emoções para conseguir orientar os seus alunos também.Esse é um aspecto da formação do professor que precisa ser retomado.As escolas e os governos devem desenvolver estratégias para levar aos professores informação e formação a respeito das emoções.Acho importante essa discussão, principalmente porque é um tema que não tem sido discutido em lugar nenhum, nem pelos professores e nem pelas administrações escolares.Como já disse anteriormente, o professor precisa saber administrar bem as emoções em sala de aula, tanto as suas, quanto as de seus alunos.E para isso, o professor precisa ser treinado e orientado .

13ydn5rdf8lf1 Comentario de 13ydn5rdf8lf1 el agosto 29, 2012 a las 9:57pm

No puedo ingresar a la grabación de Formación Emocional del Profesorado.

Saludos de Perú

Comentario de VANESSA M SILVA E SOUZA PAVAN el agosto 29, 2012 a las 12:58am

Que bacana estar nesta comunidade. Estou a postos aqui no Centro Oeste do Brasil a espera e a procura de vcs!

Comentario de Equipe Brasil el agosto 28, 2012 a las 5:06pm

Para os interessados em ler o artigo na íntegra, segue o link:

http://www.educacion.udc.es/grupos/gipdae/congreso/Xcongreso/pdfs/t...

Comentario de Equipe Brasil el agosto 28, 2012 a las 5:05pm

Para fomentar e já adiantar a discussão, cito a introdução de um estudo - A EDUCAÇÃO EMOCIONAL E O PREPARO DO PROFISSIONAL DOCENTE - realizado por Antonio Carlos Ribeiro da Silva (Universidade Federal da Bahia) e Gidelia Alencar da Silva.

O mundo hoje não é mais previsível. Os condicionamentos sociais aos quais a humanidade foi submetida neste início de século, onde fatores como a competitividade, o consumismo, a avalanche de estímulos oferecidos pelos meios de comunicação, a família dividida, a ausência de uma escala de valores, o trabalho fora de casa de ambos os pais, dentre outros, trazem como consequência pessoas emocionalmente desequilibradas, com uma carga emocional muito mais negativa, gerada pelo medo do fracasso, pela solidão, decepção, tristeza e raiva. Diante desta realidade, é pouco provável que o professor encontre indivíduos que possuam um equilíbrio emocional adequado, o que reforça a necessidade de, enquanto profissional da educação, desenvolver nos seus alunos a capacidade de controle emocional. Crianças, adolescentes e
adultos chegam à escola com carências emocionais e sociais, o que constitui um grande desafio para o professor: ensinar aos alunos as regras básicas que regem as emoções, mas acima de tudo ele mesmo - o professor - necessita de um preparo emocional, adquirindo a competência de gerenciar suas próprias emoções. Só então, será também capaz de desenvolver o despertar emocional de seus alunos. Diante desta realidade, onde “Muitas crianças - em maior ou menor grau - chegam à escola com carências emocionais e sociais. A pergunta que se põe é: podem os professores ensinar aos alunos as regras básicas que regem as emoções?” (Mártin, 2002, p. 175). Este questionamento faz emergir um outro, trazido à tona por Laborit apud Fazenda (1997, p. 36): “Será que a educação no educador não se deve fazer mais pelo conhecimento de si próprio do que pelo conhecimento da disciplina que ensina?”

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