¿Cuáles son las principales habilidades de un líder?

¿Qué sabe sobre Sentido de Autoeficacia? ¿Y sobre Sentido de Eficacia Colectiva?

¿Qué cambios en las escuelas sucedieron de forma muy exitosa? ¿Conoce algún caso de éxito?

Liderança: Dom inato ou Competência?

Quais são as principais habilidades de um líder?

O que você sabe sobre Sentido de Autoeficácia? E sobre Sentido de Eficácia Coletiva?

Que mudanças de sucesso aconteceram nas escolas? Você conhece algum caso desses?

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Respuestas a esta discusión

1º DIA 11-02-2013

BUENOS DIAS !!!

  • Como mediadora, agradeço sinceramente a participação de todos!
  • Coloco-me à disposição para tirar dúvidas, se necessário.
  • Relembro que, o uso do Googletranslator pode facilitar muito nosso entendimento!!! http://translate.google.com/#pt/es/
  • Disponibilizo uma apresentação no Youtube para aqueles que desejarem me conhecer melhor.  http://youtu.be/PDCoEJOywpE

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VAMOS NOS CONHECER MELHOR?     

Convido os colegas a fazerem, no início dos posts iniciais, uma breve apresentação! Para começar...

"Sou Elizabeth, brasileira vivendo em Sintra / Portugal, Designer de Interiores, Gestora e Professora. Sou   casada e tenho 2 filhos. Nasci e cresci em Niterói, a 4ª melhor cidade do Brasil em qualidade de vida e a primeira em nível de escolaridade.  Estou super feliz de participar deste fórum!

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PROPOSTA DE REFLEXÃO

Para ajudar a responder à questão "O que significa liderar uma instituição educativa", proponho que façamos uma breve troca de ideias sobre:

"O que significa liderar"?

Considerando a heterogeneidade dos convidados a participar deste evento, o objetivo é dar seguimento ao fórum a partir do compartilhamento dos conhecimentos básicos que sustentam o tema da COMPETÊNCIA DA LIDERANÇA. Para começar vamos reflectir sobre os conceitos de “competência”.

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O CONCEITO DE COMPETÊNCIA

O significado da palavra competência como algo que extrapola o uso da inteligência foi proposto inicialmente por MCCLELLAND, em 1973, no seu artigo Testing for Competence Rather than Intelligence, vindo a despertar debates não apenas no âmbito da Psicologia como, também, na Administração (FLEURY E FLEURY, 2001). O termo competência passou, desde então, a ser utilizado para definir o conjunto de recursos humanos, intelectuais ou não, que um indivíduo demonstra utilizar ao realizar uma determinada tarefa. Segundo os autores:

 “ (...) o conceito de competência é pensado como conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes (isto é, conjunto de capacidades humanas) que justificam um alto desempenho, acreditando-se que os melhores desempenhos estão fundamentados na inteligência e personalidade das pessoas.”

 Atualmente privilegia-se, portanto, não apenas esta ou aquela habilidade pessoal do indivíduo nem mesmo seu conhecimento adquirido mas, sim, uma combinação flexível de atributos que se reorganiza e se apresenta disponível de acordo com as necessidades da organização que, por sua vez, se encontra inserida num contexto em constante mudança.

 

Saludos!

Elizabeth

Buenos días, considero que el liderazgo es una competencia que debe complementarse y pulirse a través de una base teórica. Cada ser humano tiene una cualidades innatas que puede desarrollar o no en el transcurso de su vida. Personalmente creo, que el líder nace con esa cualidad, con esa competencia y que si no se prepara conceptualmente puede llegar a desaparecer o a utilizarla de manera negativa, la persona que no nace con esta cualidad puede ir adquiriéndola,  pero será un proceso más lento y exigente   

Un líder debe tener la capacidad de animar a los demás hacia el logro de un objetivo, seducirlo para que trabaje en pro de él, además debe identificar las cualidades y competencias de su equipo de trabajo para poder delegar en ellos las actividades apropiadas. Debe trabajar a la par con su equipo,  debe proponer unos indicadores de gestión y ser capaz de redefinir el proyecto si es necesario 

En las instituciones educativas públicas de mi entorno, la labor del líder cuenta con muchos obstáculos ya que se considera éste como un "peligro" para la labor de los demás, ya que puede ser tomado como modelo para aumentar la exigencia 

Muito obrigada, Dorian, por abrir o nosso fórum tecendo comentários valiosos sobre o nosso tema.

Destaco o seguinte trecho:

" (...) el líder nace con esa cualidad, con esa competencia y que si no se prepara conceptualmente puede llegar a desaparecer o a utilizarla de manera negativa, la persona que no nace con esta cualidad puede ir adquiriéndola,  pero será un proceso más lento y exigente".

Realmente, Dorian até os anos 50 acreditava-se que os traços inatos eram inteiramente responsáveis pela competência da liderança. As pesquisas inspiradas na Teoria dos Traços buscaram, desde os anos de 1930, destacar atributos pessoais característicos das pessoas consideradas líderes, tais como: traços de personalidade, físicos e intelectuais, entre outros. Os resultados não foram animadores pois, segundo Robbins, numa revisão de vinte estudos diferentes, cerca de oitenta traços de liderança foram identificados, mas apenas cinco desses traços eram comuns a quatro ou mais das investigações. A teoria falhava na sua essência por não considerar o contexto de actuação do líder.

Antes mesmo de a liderança se tornar um tema de investigação científica, a senso comum admitia que um líder era um indivíduo carismático, dotado de qualidades únicas.

Historicamente, e com frequência, foram atribuídos aos líderes características míticas e heróicas e este fato pode ser constatado ao observarmos, por exemplo, as descrições dos comportamentos de líderes presentes na literatura cristã, desde Abraão e Moisés até Jesus Cristo, entre outros. Esta concepção do líder como um ser dotado de uma espécie de “aura mágica” inata predominou através dos tempos chegando até os meados do século XX.

A partir dos anos 50 e 60 os estudiosos buscaram então investigar os comportamentos dos líderes, surgindo, então,as Teorias Comportamentais.

Robbins, S. (1999). Comportamento Organizacional. 8 ed. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos.

Saludos desde Sintra!

Elizabeth Schau

Olá, Elizabeth!

Lendo essa sua explanação, acredito que podemos dizer que ser líder é uma função que pode ser desenvolvida. Porém, acredito que algumas das características pessoais devem fazer parte da personalidade da pessoa. Como ser líder, por exemplo, se a pessoa tem uma timidez excessiva e não consegue se comunicar devidamente com os colegas?

Acredito também que a comunicação, a capacidade de motivação, de colaboração, e a humildade de que sempre é preciso conhecer e saber mais, são as principais características de um verdadeiro líder.

Abraços!

Buenos días.

Pienso que no es que se nazca líder, pero cuando se nace se traen aptitudes que deben irse desarrollando para convertirlas en habilidades que finalmente al desarrollarlas al máximo se convierten en competencias. De tal manera que es una cadena. Todo esto forma la capacidad de la persona para ejercer el liderazgo. Así es de que, el niño puede tener muchas aptitudes para el liderazgo, y si, tanto escuela como familia, permiten su desarrollo, poco a poco esas habilidades que se le van orientando y desarrollando lo harán competente para ejercer un liderazgo positivo.

Discutía en alguna oportunidad que nosotros, los educadores, no estábamos formando líderes porque no sabíamos cómo hacerlo. Por eso es necesario tener claridad en cuáles son las características de los líderes para identificar en  los niños las aptitudes e irlas desarrollando.

Pero además, creo que no es propio de unos niños, sino de todos los niños, porque hoy hablamos de un liderazgo participativo, donde todos tienen cabida y no donde unos pocos toman decisiones y lo más que piden a los otros es que decidan entre las opciones que ellos dan.

Buenas tardes, a todos!

Obrigada, Martha Maria, pela participação!

Você tocou num ponto crucial quando se trata do tema relacionado com desenvolver líderes.

Destaco o seguinte trecho do seu post:

"(...) no estábamos formando líderes porque no sabíamos cómo hacerlo. Por eso es necesario tener claridad en cuáles son las características de los líderes para identificar en  los niños las aptitudes e irlas desarrollando".

Vc tem razão, Martha! Não sabemos como desenvolver a liderança pq não sabemos, com exatidão, como defini-la. A respeito das múltiplas definições existentes, Penner (2002) em sua Revisão Literária sobre Liderança refere que “na verdade, uma definição definitiva parece estar ainda mais distante do que nunca com o debate sobre liderança tendo seus periféricos se ampliando e suas bordas em constante expansão” (p. 8).

Há alguns estudos sobre as barreiras e os desafios que um líder enfrenta na sua tarefa de conduzir pessoas. Com base nestas investigações já podemos começar a equacionar a questão.

RECOMENDO A TODOS!

Penner, D. S. (2002) Revisão Literária sobre Liderança. Revista NICE Journal. Ano 4, n. 1. Centro Brasileiro de Estudos da Liderança. Universidade de Santo Amaro. Brasil.

Disponível em: http://www.unisa.br/cbel/artigos04/09_david_penner.pdf. Acessado em 131-03-2013.

Hola soy Cintya Rodríguez. El liderazgo es una competencia que debe desarrollarse.Debe privilegiarse la habilidad comunicativa, el saber trabajar en equipo, el saber delegar y sobre todo, el ser congruente en el decir y en el actuar. Cierto que sí hay líderes innatos que a través de la educación y el contexto familiar les es más fácil desarrollar la competencia del liderazgo a diferencia de otros, que han recibido una autoridad o cargo, en el que forzosamente tendrán qué desarrollar el liderazgo. Soy maestra universitaria pero mi tarea principal es ser gestora educativa en una escuela secundaria pública de Torreón Coahuila México. Me considero líder innato, pero cierto que la función me ha llevado a estudiar la teoría del liderazgo y cambiar sobre todo mi actitud para poder "pilotear la nave" que es mi escuela, de la mano con la dirección de la escuela, los profesores, los alumnos y los padres de familia. Hoy en día, las decisiones deben ser compartidas y la gestión escolar debemos realizarla cada uno de los involucrados: directivos, profesores, alumnos y padres de familia. Claro que el director es por tradición - en nuestro sistema aún hay muchas tradiciones- en quien recae esa responsabilidad. Sin embargo, ante nuevas realidades, debemos encontrar nuevas formas y en colectivo, que den respuesta a las exigencias actuales.

Olá a todos !

Nosso debate está indo MUITO BEM! ;) Vejam o que conta a nossa colega sobre a sua experiência!

Parabéns, Cintia Adriana!

Você é um ótimo exemplo de uma líder que combina bem COMPETÊNCIAS PESSOAIS e COMPETÊNCIAS ADQUIRIDAS pelo estudo.

Talvez vc já saiba que o modelo de trabalho como "gestora educativa" que vc desenvolve segue as principais tendências da "supervisão pedagógica", ou seja, ultrapassa a ação baseada na supervisão e controle para outra de partilha e de construção coletiva de conhecimento e de resultados positivos.

Glickman e Kanawati (1998) apresentam os aspectos que tendem a envolver os novos desafios da supervisão escolar no futuro:

  1. Shift from individual to group focus – distanciando-se do “modelo clínico”, a supervisão apoiar-se-á na premissa de que o desenvolvimento do corpo docente como um todo é a base para o desenvolvimento individual dos professores em particular. Os autores afirmam que, trabalhando com times de professores, a função do supervisor passará a ser “a visionary leader, a facilitator, a developer of talent, and one who empowers the team to produce results for students” (Anderson e Snyder apud Glickman e Kanawati (1998)
  2. Shift from a preoccupation with inspection and evaluation toward a function of facilitating growth – há uma actuação conjunta que promove uma postura reflexiva do professor no sentido de identificar seus pontos a melhorar e o papel do supervisor passa a ser muito mais o de um facilitador da aprendizagem. 
  3. Shift from a micro to a macroconceptualization of supervisory context – outra tendência é a de se adoptar uma abordagem sistémica para a supervisão, que considera todo o ambiente organizacional. Como referem aqueles autores, “in this view, the school or district is considered as a social system, as a culture, and/or as an organization in which the people who fill a particular role form one subsystem from among many” (Glickman e Kanawati, 1998, p. 1249). Espera-se que a performance de todos os indivíduos inseridos no contexto escolar esteja directamente relacionada com a performance da própria escola como um todo.
  4. Emphasis on creating community, both within the school and with the larger community which the school serves – a tendência é de se priorizar a integração entre professores, entre todos os indivíduos que actuam no ambiente escolar e entre a escola e a comunidade onde esta se insere. Para ilustrar o tema, os autores citam a expressão de Starrat “(…) building coalitions among teachers” e a afirmação de Swan “building bridges over the walls which allow the division of one group of educators”... and one group of students, from another (p. 1250).

 

Acreditamos que o desenvolvimento da competência da liderança entre os supervisores escolares se torna, a cada dia, mais necessária e até urgente. Conforme afirma Glickman (1985) “learning the skills of working with groups to solve instructional problems is a critical task of supervision” (p. 330).

O que acham destas tendências ??????????

Saludos

Elizabeth

Glickman, C. (1985) Supervision of Instruction – A Developmental Approach. Boston: Allyn and Bacon. p. 330 a 357.

 

Glickman, C.D., Kanawati, D.G. (1998), "Future directions for school supervision", in Firth, G.R., Pajak, E.F. (Eds), Handbook of Research on School Supervision, Simon & Schuster Macmillan, New York, NY, pp.1248-57.

Gosto muito da definição de Kennedy: "“Líder é a pessoa que faz com que cada um descubra o melhor de si mesmo para o benefício de todos.”

Obrigada ... Alma de Educador, pela sua participação! Gostaria de saber o seu nome!

Excelente a contribuição que você nos trouxe. Eu não conhecia essa frase do Kennedy:

 

“Líder é a pessoa que faz com que cada um descubra o melhor de si mesmo para o benefício de todos.”

 

Bandura comprovou nas suas pesquisas que, realmente, a Percepção de Auto-Eficácia do indivíduo pode ser aumentada a partir da interferência positiva de um líder, além de ser determinante das suas ações.

 

Acrescento que esta mesma influência pode se dar na Percepção de Auto-Eficácia Coletiva, ou seja, um conjunto de pessoas pode passar a agir colaborativamente, rumo ao atingimento de um objetivo, se acreditar ser REALMENTE CAPAZ de trilhar o caminho rumo ao referido objetivo, transpondo barreiras e resistindo aos revezes e insucessos que eventualmente venham a aparecer na trajetória em questão.

 

Alguém aqui já sentiu ou vivenciou esta experiência, como líder ou como liderado?

 

Saludos

Elizabeth

Olá, sou Ângelo de Araras, SP. 

Como meu filósofo preferido, Rubem Alves diz: "Faço amor com a Educação"

Pela educação, encontramos as possibilidades de transformação Autônoma das pessoas e sua capacitação para a Liderança.

http://almadeeducador.blogspot.com.br/

“O líder é o melhor

Quando as pessoas mal sabem

Que ele existe

O Melhor líder fala pouco

E quando conclui o seu trabalha

As pessoas de sua equipe dirão

Nós fizemos”

Lao Tzu

Olá, Ângelo!

É um prazer descobrir que alguém como vc, envolvido com a educação "até a alma" esteja aqui para nos ajudar. Muito obrigada!

Visitei seu Blog, do qual destaquei uma frase que gostei muito:

"O MEU SENTIMENTO É O DE UM GARIMPEIRO, QUE BUSCA DIAMANTES, E QUANDO ENCONTRA NÃO CONSEGUE GUARDAR PARA SI".

Grande abraço!

Elizabeth Schau

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