Sou favorável em usar as redes sociais no ambiente escolar. Entretanto, como esta ferramente é muito nova, ainda não sabemos separar o que é publico (aquilo que todos podem saber de nós); daquilo que é privado (nem tudo podemos dizer e comentar). O jovens parecem não se importar com a exposição excessiva de sua intimidade. Acredito que o trabalho com as redes sociais deve estar acompanhado de aulas de Etiqueta Digital. Orientados, poderão selecionar o que pode ou não ser exposto de suas vidas.

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Aqui o BRasil já há entidades preocupadas em uma disseminação em larga escala de uma campamha de internet segura. Precisamos divulgar os casos de abusos, criminalidade e usos indevidos de internet por pessoas pouco escrupulosas. Devemos mostrar podssóveis siladas e primncipalemnte como se defender.

E a defesa sempre se dá pela demosntração aplicação vivência e prática de uma Etiqueta da Net.

É cada vez mais frequente vermos ações do mundo online se integrando no mundo offline e vice-versa principalmente na geração Y (nascidos entre 1980 e 1993), eles acreditam que as redes sociais são meios indispensáveis nas tarefas do seu dia-a-dia, o que chamamos de indivíduos multitarefa, pois no ambiente de trabalho eles conseguem escutar música, checar e atualizar sua página do facebook, acompanhar os últimos twitts e compartilhar conteúdo, assistem vídeos, respondem e-mails, fazer check-ins no foursquare, etc.

Praticamente já está no DNA desta geração, que não consegue separar a vida digital da vida presencial e privada, e com isto surgem muitas dúvidas de condutas e etiquetas de como se comportar com tanta tecnologia por perto. 
Vivemos em uma nova era, a era que é necessário aprender as etiquetas 3.0

São diversas redes sociais sendo lançadas todos os dias e em diversas áreas de atuação: geolocalizações, mobilidade, construção colaborativa, realidade aumentada, recomendações, social commerce e que engajam cada vez mais a inclusão todos os dias de novos usuários, porém é muito importante além de seguir todas as inovações e tecnologias, manter uma boa conduta que seja agradável e que não lhe tragam problemas futuros, pois caiu na rede é público
 “Você é o que você compartilha! 


Abs,
GG

POdemos ser muitos eus wque compartilham. Esta é a lógica, a dinÂmica e também o Pânico. Estar acompanhdo e só ao mesmo tempo. Ter milhares de amigos e não ter nenhum. Ser oq ue se quer ser. Ter o que se não pode ter. Ao menos no mundo da simulação. ALguns já dividem bem os vários mundos, mas ainda há que os msiture, conecatdos em uns, desconectados em outros, hiperligados ou transmutados, ou seja out, offline ou online.

Nos dias de hoje ter apenas uma identidade é praticamente um sucídio, disse autor no livro de Santaella. Desculpe, mas não estou com as citações aqui.

Com todas estas mudanças que estão acontecendo na maneira de se relacionar, acredito que é necessário ter nas escolas alguma disciplina relacionada a Etiqueta Digital. Um exemplo, meus primos pequeninos que já nasceram inclusos nesse meio digital, não conseguem enxergar a diferença da vida digital e física, não fazem idéia dos riscos que correm e nem da privacidade e bom senso que é necessário ter. Tudo aconteceu muito rápido e agora vemos o estrondoso resultado na rotina e condutas comportamentais.

Em muitos casos os pais também não sabem como orientar os seus filhos, ou porque não entendem sobre a tecnologia ou porque acham normal, quantos e quantos vídeos não são postados no youtube onde os próprios pais filmam momentos engraçados de seus filhinhos e postam para o mundo inteiro ver. Minha pergunta é ,, é necessário?? será que daqui alguns anos está antiga criança vai gostar de ter sido tão exposta?  

É algo que deve ser refletido e muito na área educacional.
Acredito que além de utilizar estas ferramentas no ambiente escolar, que será totalmente positivo e importante, tudo é um novo processo de aprendizagem, é preciso re-educar a sociedade sobre o uso das Redes Sociais.
Aqui no Brasil a Safernet-uma organização não governamental te  feito um belíssimo trabalhao de oeirntação e campnan de internet segura
Que legal Fernanda, me interessei, tem site, algum material virtual que possamos ver?
Participei deste projeto
6ª cartilha da Coleção Aché de Educação para a Saúde! Realização ACHE Laboratorios Farmaceuticos S.A.
"Midias Sociais: Tenha uma vida digital saudável" , é uma cartilha educativa, ensinando sobre as redes sociais para o público infantil.
E-book http://issuu.com/gaiacreative/docs/ache_cartilha_midiassociais

Olá. Gil. Excelente Material. Vamos divulgá-lo.

Gil Giardelli dice:
Participei deste projeto
6ª cartilha da Coleção Aché de Educação para a Saúde! Realização ACHE Laboratorios Farmaceuticos S.A.
"Midias Sociais: Tenha uma vida digital saudável" , é uma cartilha educativa, ensinando sobre as redes sociais para o público infantil.
E-book http://issuu.com/gaiacreative/docs/ache_cartilha_midiassociais

Olá, Fernanda. Que bom que tem gente preocupada com isso. Divulgue aqui o trabalho da Safernet. 


Fernanda Cavacanti de Mello dice:

Aqui no Brasil a Safernet-uma organização não governamental te  feito um belíssimo trabalhao de oeirntação e campnan de internet segura

Cara Grace,

esta é uma questão que meu orientador de mestrado, prof. Hugo Assmann, já nos colocava ainda no início da internet comercial no Brasil, em meados da década de 1990. Ainda hoje acredito que os filtros não se aplicam, pois falta integrar a web à educação de maneira geral, já a partir da família. Dizemos para nossos filhos como se comportar em público, que isso pode e aquilo não pode, mas será que nos preocupamos tanto com o que ele pode fazer na web? Acredito que ainda estamos longe disso, pois ainda se separa o mundo virtual do físico, como se somente o segundo fosse real. Quando um mundo não nos pertence, acabamos por não considerá-lo em nossa vivência, concorda?

Ainda, da mesma forma como questionamos porque falta educação de maneira geral, acredito que sua pergunta sempre será atual, à medida que nunca teremos os 100% desejados.

Abraços.

Grace, vejo com preocupação a forma como adolescentes tem exposto a sua vida na Internet. Aquele "diário" que antes  era algo guardado a sete chaves, agora é público. Com tantas informações sendo compartilhadas, as pessoas (jovens e muitas vezes até adultos) perderam o limite do que pode ou não ser compartilhado. 

No caso dos adolescentes (que por essência são imediatistas) vemos como essa exposição é grave,  com fotos e textos que expõe demasiadamente sua vida, e que futuramente pode comprometer a sua imagem. Por isso  é muito importante a orientação dos educadores e principalmente da família.

Sobre a importância da participação da família, há uma outra atividade aqui no Encontro chamada "Famílias Interativas". Convido a participarem por lá também ;)

 

  Comparto la idea de que la circulación por internet, así como por la calle y en los diferentes espacios sociales, se ve favorecida con una acción educativa al respecto.

  Entiendo que estará dirigida al bienestar individual y social.

  También entiendo que las escuelas se crean para educar en relación a cambios culturales que las familias no han absorvido y en los que el estado tiene interés. Me parece que esto genera una constante tensión porque no quedan muy claras las funciones de ambas instituciones: familia y escuela.

  ¿Cómo lo ven?

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