Oca digital

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As oficinas e atividades desenvolvidas no projeto Oca Digital também podem ser aplicadas nas escolas brasileiras?

Desigualdade digital. A experiência do projeto Oca Digital.


Para essa atividade, cujo título é Desigualdade digital. A experiência do projeto Oca Digital, contaremos com a participação de Sebastián Gerlic e Ivana.
Oca Digital. Realizado pela ONG Thydêwá, em parceria com a Cardim Projetos, o projeto OCA DIGITAL, contemplado no Edital da Fundação Telefônica de Arte e Tecnologia e no Fundo de Cultura do Estado da Bahia – Demanda Espontânea, propicia oficinas de formação em arte-tecnologia e mídias locativas. “A OCA Digital funciona como uma Célula de Inteligência Coletiva, onde converge e dialoga a diversidade cultural”, diz o coordenador do projeto e presidente da ONG Thydêwá, Sebastián Gerlic. A ONG Thydêwá vem trabalhando com esse conceito desde 2005 quando formalizou seu convênio como Ponto de Cultura Viva: “Índios On-Line”. O Convênio permitiu a sustentação de sete micros pontinhos – CÉLULAS. Cada uma das sete comunidades indígenas participantes tinha seu grupo de gestão, de ação, sua autonomia, seus propósitos. Em cada CÉLULA participava um número diferente de pessoas, jovens e adultos. A premissa era direcionar suas atividades não pela necessidade dos participantes, mas sim pelo ORGANISMO, pela comunidade indígena. As oficinas aconteceram entre março e outubro de 2012, todo mês duas turmas (manhã e tarde), cada qual composta por seis indígenas, vivenciaram atividades de arte-tecnologia. A prática é focada na realização de conteúdos-produtos digitais, por exemplo, vídeos, maps, mashups, soundclouds, instagrams, wallpapers, ringtones, fotografias, lifeinaday, fotografias 360°, passeio virtual… No primeiro mês do projeto, indígenas tupinambá, professores da Escola Estadual Indígena Tupinambá de Olivença (Ilhéus-Bahia), foram os primeiros a receberem as oficinas. “Nosso projeto tem como base o REA – Recursos Educacionais Abertos, o qual disponibiliza conteúdo e produtos na internet, pois trabalhamos com as diferentes licenças da Creative Commons. Acreditamos que a Cultura tem muito a contribuir com a Educação, pois fazemos valer a Lei n. 11.645, que obriga, desde 2008, ao ensino da História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena em escolas do Ensino Fundamental e Médio”, diz a Pedagoga e Diretora do Projeto OCA DIGITAL, Márcia Cardim.


“Todo mês temos arte-educadores convidados, que ministram oficinas das mais diferentes técnicas. Em cada turma cinco indígenas tupinambá e um indígena de uma comunidade convidada receberam 60 horas/aula de atividades teóricas e práticas.”, completa Gerlic.
http://ocadigital.art.br/


Considerando os objetivos dessa iniciativa e o tema do fórum, surgem alguns questionamentos: mediante a experiência do projeto no nordeste brasileiro e com as comunidades indígenas, como a desigualdade digital afeta a educação, não somente no âmbito escolar, mas também na aquisição individual de conhecimento? As oficinas e atividades desenvolvidas no projeto Oca Digital também podem ser aplicadas nas escolas brasileiras? Seria um caminho possível para inovar o sistema educativo e contribuir com a queda da desigualdade digital? Quais as dificuldades encontradas ao longo do projeto? Tanto em um sentido humano quanto técnico-operacional? De que maneira a desigualdade ao acesso a internet reduz as possibilidades do estudante do século XXI? Quais estratégias são desenvolvidas para diminuir essa inequidade? Como aprender e ensinar em um contexto de inequidade digital?
Venha compartilhar as experiências de sucesso e os desafios que a educação enfrenta nesta era digital, não somente no contexto da escola, mas também na família e na comunidade.
www.encontro.educarede.org.br

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As oficinas e atividades desenvolvidas no projeto Oca Digital também podem ser aplicadas nas escolas brasileiras?

Entrevista com Sebastián Gerlic, documentarista do curta-metragem Indígenas Digitais.

 

Sobre Sebastián Gerlic

O argentino de Buenos Aires está há 15 anos radicado na Bahia. Em 2002 fundou a ONG Thydewá idealizadora dos seguintes projetos: Índios na visão dos índios; Índios On-Line; Celulares Indígenas; Índio quer Paz e Esperança da Terra, além de outros. Gerlic trabalha com realização audiovisual há 27 anos e nos últimos 10 tem se focado em programas sociais para a formação de “Células de Inteligência Coletiva”.

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