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BARREIRAS CULTURAIS: Modelos Mentais Coletivos

BARREIRAS PSICOLÓGICAS: segundo a Teoria Social Cognitiva

Continuação do forum "Liderança: Dom Inato ou Competência em desenvolvimento?

Espero TODOS vocês!

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Respuestas a esta discusión

19-02-2012

BARREIRAS À MUDANÇA: CONHECER PARA TRANSPOR

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Já debatemos no nosso Forum “Liderança: Um dom Inato ou uma Competência em Desenvolvimento”:

  • Origens Da Liderança
  • Habilidades De Um Líder
  • Estratégias Para A Liderança Bem-Sucedida
  • Liderança Como Recurso De Gestão Escolar
  • Liderança Como Recurso Pedagógico
  • Individualismo Como Barreira À Ação Coletiva E À Liderança

http://encuentro.educared.org/forum/topics/liderazgo-don-innato-o-c...

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BARREIRAS CULTURAIS

BARREIRAS PSICOLÓGICAS

Esquema apresentado na minha dissertação de mestrado

 

  1. BARREIRAS CULTURAIS dos Modelos Mentais Coletivos
  • Individualismo
  • Pensamento Reducionista
  • Racionalismo

     2.  BARREIRAS PSICOLÓGICAS segundo a Teoria Social Cognitiva

  • Percepção de Auto-Eficácia
  • Percepção de Eficácia Coletiva

 

Barreira Cultural dos MODELOS MENTAIS

 SENGE e outros (2005) consideram as paisagens mentais como barreiras que dificultam a percepção da realidade e explica que a dificuldade do ser humano em fazer mudanças se encontra, em parte, nos Modelos Mentais. Estes modelos funcionam como lentes que influenciam diretamente a visão e a interpretação do indivíduo em relação a tudo que o rodeia; a partir destes modelos orientamos nossas ações e encontramos um sentido para as nossas experiências de vida.

 

A Cultura é considerada uma fonte de Modelos Mentais Coletivos pois se origina nas experiências compartilhadas socialmente entre as famílias, comunidades, nações e organizações em geral. Estes modelos também influenciam e condicionam os comportamentos humanos.

INDIVIDUALISMO

Segundo QUARESMA (1997) O comportamento individualista predominante na sociedade atual teve origem na Revolução Industrial (séc XVII), foi validado pela filosofia capitalista de Adam Smith e reforçado fortemente pelas teorias de Charles Darwin sobre a Evolução das Espécies. Este naturalista inglês difundiu os resultados das suas pesquisas que demonstravam que, na natureza, ocorria uma "seleção natural" onde os "mais fracos" eram eliminados como indivíduos e como espécies.

Ainda segundo o autor, infelizmente a sociedade capitalista se apropriou indevidamente das teorias de Darwin, para justificar as diferenças e injustiças sociais. Com isso passamos de uma sociedade colaborativa uma sociedade competitiva.

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Precisamos ampliar o foco do "eu" para o "nós" se desejarmos promover uma ação coletiva rumo à implementação de mudanças efetivas.

COMO FAZER? COMO VENCER ESTA BARREIRA?

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QUARESMA, M. C. (1997). Competição e Cooperação entre as Pessoas no Trabalho e sua Influência na Produtividade Empresarial. Dissertação de Mestrado. FGV. Rio de Janeiro. Brasil. Disponível em

http://bibliotecadigital.fgv.br/dspace/handle/10438/3565  Acesso em 11 02 2013

 

SENGE, P., CAMBRON-MCCABE, N., LUCAS, T., SMITH, B., DUTTON, J. e KLEINER, A. Escolas que Aprendem. São Paulo, Artmed, 2005

Buenas tardes:

Todos tenemos modelos mentales y es lógico que cada uno aporte a un equipo de trabajo desde su modelo mental. El gran problema es cuando yo me paro en mi modelo e invalido los modelos de los demás. Estos son los modelos mentales rígidos que imposibilitan los cambios. "O se cambia como quiero o no hay cambio".

Creo que una de las tareas más fuertes en las escuelas hoy, es esa: formación de docentes para lograr que se flexibilicen los  modelos mentales. Y especialmente esos modelos mentales paralizantes como: Aquí siempre se ha hecho así y ha tenido éxito... pero si no cambia el Ministerio, nada podemos hacer nosotros... Imposible lograr cambios si no tenemos apoyo del gobierno,... yo aprendí de esta forma y me ha ido bien... etc.

Creo que hablamos de una revolución en grande, donde todos tengamos esa conciencia de que hay necesidad de cambio y que el mundo de hoy nos habla de otros modelos: del trabajo colaborativo, de la inteligencia colectiva, de la comunicación asertiva, de encontrarle solución al problema y no problema a la solución, de la participación en comunidad, de establecer redes, de tener verdaderos encuentros con los demás...

Y finalmente, como lo expone Edgar Morin, tenemos que educar en la comprensión, pero debemos partir de nosotros mismos: comprender en lugar de condenar, para poder humanizar nuestra comunicación.

OLÁ A TODOS OS COLEGAS!

Riquíssima a sua contribuição, Martha Maria! Excelente! Compartilhamos dos mesmo sentimentos e preocupações sobre os impedimentos e obstáculos que "imobilizam" as pessoas e as escolas. Destaco este trecho do seu post:

Creo que una de las tareas más fuertes en las escuelas hoy, es esa: formación de docentes para lograr que se flexibilicen los  modelos mentales. Y especialmente esos modelos mentales paralizantes como: Aquí siempre se ha hecho así y ha tenido éxito... pero si no cambia el Ministerio, nada podemos hacer nosotros... Imposible lograr cambios si no tenemos apoyo del gobierno,... yo aprendí de esta forma y me ha ido bien... etc.

Realmente a Cultura Organizacional formata modelos mentais específicos. Alguns são positivos e encorajadores como a cultura da pontualidade, da limpeza, dos comportamentos respeitosos... porém, outros modelos, são destruidores pois vão minando as iniciativas e possibilidades de mudanças ou melhorias. Como vc escreveu são MODELOS MENTAIS PARALIZANTES !!

Modelos Mentais

Obrigada pela contribuição!

Vamos em frente!

Grande abraço,

Elizabeth Schau

MODELOS MENTAIS COLETIVOS

(continuação)

Individualismo

O individualismo é uma das barreiras culturais à acção colectiva pois promove a COMPETIÇÃO e destroe a COLABORAÇÃO. O comportamento individualista e as relações baseadas na competição se baseiam num “modelo mental” que nos é transmitido culturalmente, desde a Revolução Industrial.

Segundo autores como Sergiovanni (2004), Morin (2002), Senge (Senge et al, 2005) e Fullan (2003), um dos principais desafios a serem vencidos no processo de renovação das relações humanas na escola é transformar os comportamentos individualistas em participações solidárias, voltadas para os interesses colectivos.

Diversas teorias de administração organizacional partem de pressupostos que dificultam a construção de novas relações dentro do ambiente escolar como "Os diretores, pais, professores e alunos são motivados, em primeiro lugar, pelo seu interesse próprio"; na verdade esta concepção despreza o aspecto multidimensional do ser humano que, além de racional, é afectivo, biológico, psíquico e social.

Pensamento Reducionista

Morin (2002) explica que “a inteligência parcelada, compartimentada, mecanicista, disjuntiva, reducionista, parte o complexo do mundo em fragmentos separados, fracciona os problemas, separa o que está unido, unidimensionaliza o que é multidimensional” (p. 47).

Racionalismo

Segundo Capra (1995), a racionalidade e a intuição funcionam de forma complementar na mente humana. “O pensamento racional é linear, concentrado, analítico. Pertence ao domínio do intelecto, cuja função é discriminar, medir e classificar” (p. 35). Por isso o conhecimento racional tende a ser fragmentado. Por outro lado, o conhecimento intuitivo “baseia-se numa experiência direta, não intelectual, da realidade, em decorrência de um estado ampliado de percepção consciente. Tende a ser sintetizador, holístico e não-linear” (p. 35).

 

Uma análise de Morin (2002) aponta e relação entre a racionalidade e a emoção. Para o autor, há o perigo de nos incorrermos em erros quando privilegiamos a racionalização, aos quais chama de “cegueiras do conhecimento”. A racionalidade deve se manter aberta a discussões e questionamentos e manter diálogo com a realidade, ou seja, deve ser crítica em relação a possíveis erros e ilusões sob pena de cair na racionalização

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Podemos discutir sobre outros Modelos Mentais que signifiquem uma barreira importante à melhoria das escolas... tragam sugestões!

Onde vc trabalha, existem algum Modelo Mental característico da Cultura Organizacional?

Obrigada e um abraço a TODOS!

Elizabeth Schau

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Capra, F. (1995). O Ponto de Mutação. São Paulo: Cultrix.

Fullan, M. (2003). Liderar numa Cultura de Mudança. Porto: Edições Asa.

Morin, E. (2002). Os Sete Saberes para a Educação do Futuro. Lisboa: Instituto Piaget.

Senge, P., Cambron-McCabe, N., Lucas, T., Smith, B., Dutton, J. e Kleiner, A. (2005). Escolas que Aprendem. São Paulo: Artmed.

Sergiovanni, T. J. (2004). Novos Caminhos para a Liderança Escolar. Porto: Edições Asa.

22-02-2013

Bom dia a TODOS!

Convido os caros colegas a compartilharmos SUGESTÕES PRÁTICAS de como vencer os obtáculos, barreiras, problemas e desafios que se interpõem entre "onde estamos" e "onde pretendemos chegar" relativamente à implementação de mudanças na escola

Venho compartilhar um projeto que resultou de experiências positivas que tive a felicidade de viver.

PROJETO

DIAGNÓSTICO E PROMOÇÃO DO TRABALHO EM EQUIPE

Após utilizar esta ferramenta por diversas vezes, pude constatar ser de grande valia. Seguem, em anexo, 2 arquivos:

1º - Orientações para quem for aplicar o teste (pode ser o Líder da equipe, ou não!)

2ª - Orientações para cada membro da equipe (o ideal é que não ultrapasse 8 pessoas)

Agradeço a atenção de TODOS e aguardo contribuições!

Grande abraço,

Elizabeth Schau

Archivos adjuntos:

Hola Eli!

Estamos en el intento de cambios con la integracion de TICs en las escuelas, por lo que es re util lo que propones ...vamos a analizarlo e ir intercambiando ideas y utilizaciones prontamente .

Nilsa Rojas

Olá, Nilsa!

Este é um tema pelo qual tenho admiração e muito gosto - mudança - e a liderança advém da habilidade de vencer a resistência dos indivíduos ao que é novo.

Agradeço seu interesse e coloco-me à disposição para contribuir no que necessitar.

Saludos

Elizabeth

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