-¿Como gestionamos el cambio educativo en escuelas con pocos recursos?

-¿Como es posible distribuir el liderazgo entre los roles docente-alumno-comunidad, para fomentar el cambio educativo?

Como se pode fomentar um ambiente de aprendizagem democrático em um espaço educativo tradicional?

Nos deixe sua resposta.

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Respuestas a esta discusión

Fomentar un aprendizaje democrático dentro de un espacio educativo tradicional es quizás, una de las apuestas más grandes que actualmente tienen los nuevos procesos educativos. Si bien la demanda por tal cambio no es nueva, recién hoy pueden observarse algunos cambios al respecto y ello se refleja en el nuevo tipo de relación entre el profesor y el estudiante.

Si observamos con detenimiento tal hecho, podemos darnos cuenta que el profesor y el estudiante ya no poseen una marcada relación vertical -e inclusive servil en algunos casos- como podríamos haberlo constatado hace decenios atrás, inclusive, en Chile podemos decir que el estudiante se ha transformado en un componente que provee sus propios conocimientos y experiencias al profesor.

Teniendo en cuenta que el proceso democratizador de la enseñanza logra un mayor acercamiento entre los grupos mencionados, tampoco es posible señalar que la autoridad del profesor se pierde ante esta situación (y este es un temor que muchos profesores poseen al hablar de igualdad de condiciones educativas en el aula) ya que -y metaforizando- el profesor podría considerarse como el "Estado" y los estudiantes como "el pueblo", el cual trabaja en pos de un desarrollo común.

Ahora, si bien el acercamiento entre profesores y estudiantes ha significado con ello la apertura de nuevas formas de convivencia e inclusive, de nuevas metodologías de enseñanza, la relación entre el profesor, el Ministerio de Educación y la directiva de los establecimientos educacionales en los cuales se desempeñan, no ha sido amoldada según las necesidades y/o requerimientos que se crean día a día. 

Varias veces se ha escuchado a profesores estar atareados con labores derivadas de sus superiores y quienes las traducen desde el organismo del Estado correspondiente. Si hablábamos de verticalidad, la relación entre los profesores y los anteriores grupos presentados nos enseña que el "proceso democrático" en la enseñanza tradicional casi no ha cambiado un ápice, ello porque la labor del profesor queda limitada a realizar "lo que le piden" y no "lo que necesita" en su área de trabajo.

Sería interesante seguir leyendo las opiniones de cada uno de los participantes, lo expuesto es solo una pequeña introducción.

Saludos!!!

Tenho certeza que para fomentar um ambiente de aprendizagem democrático em um espaço educativo tradicional é preciso de muito diálogo e formação. Qual seria para você a forma de diálogo e formação apropriada?

Olá, Professor Braz!

É um prazer ter a oportunidade de conversar sobre o trabalho desenvolvido na Escola. Me encantei com a proposta desde o início!

Acredito que a Escola precisa ouvir e aprender a compartilhar a sua gestão com todos os envolvidos no processo de ensino-aprendizagem. Muito mais do que professor e gestor, a formação do aluno também é feita pela família e comunidade onde vivem, então, não é possível desconsiderá-las na gestão escolar.

Acredito que o ideal seria ter um Conselho Escolar, com representante de todas as áreas interessadas na escola: alunos, professores, funcionários, pais, comunidade, para que o gestor tenha uma noção sobre as visões das diferentes áreas que a escola atinge. Mas, quando se tem um Conselho Escolar, acabamos por ver somente professores e funcionários, quando muito, alunos participando, e, muitas vezes, porque são convocados a participar, e não por vontade própria.

A grande questão é como mudar essa cultura e convencer as diversas partes envolvidas sobre o seu papel e como isso contribuiria para a melhoria da gestão.

Gostaria que o sr. explicasse como fez isso na Campos Sales.

Obrigada!

Ola Talita!

Gostei muito do seu comentário. Muito obrigado. Por enquanto, gostaria de acrescentar que não só os pais devem ser incluídos no Conselho de Escola, a inclusão das lideranças comunitárias também é fundamental. Esta é com certeza um dos fatores que explicam o "sucesso" da escola Pres. Campos Salles. A luta da escola juntamente com estas lideranças,hoje, tem como objetivo, não só a melhoria da qualidade de ensino, mas a efetivação de todos os direitos das pessoas. Gosto muito de dizer que estamos construindo uma engenharia na qual os problemas da escola são da comunidade e os problemas desta são da escola e a melhora só poderá vir quando ambas atuam articuladamente. Um forte abraço e boas reflexões. Braz

Oi Braz, esse é um ponto interessante... ainda não tinha visto alguma escola que envolvesse lideranças comunitárias. Até ouvimos falar em "comunidade" que geralmente é sempre um pai ou outro de aluno da escola, muitas vezes para "cumprir" apenas a ideia de conselho.

Como surgiu esse envolvimento de lideranças comunitárias e como isso tem funcionado hoje na escola?

Imagino, que como em toda relação, surjam conflitos de interesses também... E então? Como gerenciar essas situações?

Oi Mary!

Ainda não estou conseguindo saber por onde começar porque tenho muita coisa para falar. Por isso vou voltar uma pouco no tempo. Antes de assumir a direção da EMEF. Pres. Campos Salles, dei aulas durante 19 anos, em escolas públicas municipais, estaduais e escolas particulares. Numa delas permaneci por 15 anos. Nela, juntamente com mais três professores fizemos um trabalho com pais e conseguimos formar um grupo com mais de 50 deles. Este grupo começou a atuar na escola quase que cotidianamente. Com este convívio e as reflexões que fazíamos  consegui chegar a duas conclusões: 1. Tudo passa pela educação e não pela escola, esta nada mais é do que mais um dos espaços educativos, a criança tem que aprender com tudo e com todos e em todos os lugares. Toda a sociedade tem que ser educadora. Quando todo cidadão libertar o educador que está dentro dele os educadores das escolas, com certeza absoluta, também farão um ótimo trabalho educacional. 2. Escola como centro de liderança atuando articuladamente com as lideranças comunitárias na busca da efetivação dos direitos das pessoas.

A primeira coisa que fiz logo que cheguei na Campos Salles foi implicar as lideranças propositivas da comunidade com a educação. De short e camiseta eu corria pela comunidade convidando as lideranças para participar das reuniões. Dizia para elas que elas não sabiam, mas que só a educação é que poderia qualificar as suas lutas pelos direitos. No início muitos ficavam espantados e ficavam imaginando: o que esse cara quer conosco? Ao mesmo tempo que eu buscava o apoio dos líderes comunitários para defenderem juntamente comigo as duas idéias acima, comecei também a detectar apoiadores em todos os segmentos da comunidade escolar.

Na medida em que o tempo foi passando o grupo de defensores das duas idéias foi se ampliando. Vou parar por aqui para não matar a sua curiosidade. Você está me ajudando muito. Obrigado e um forte abraço. Braz.

Nossa, Braz! Que experiência incrível!

Também compartilho da mesma opinião que você: a formação do aluno depende muito não somente da família mas também da comunidade em que ele vive.

Unir as lideranças comunitárias com a escola realmente faz todo o sentido! Nos auxilia a conhecer a comunidade em que o aluno está inserido e, por outro lado, auxilia as lideranças nas suas conquistas.

Parabéns pelo trabalho, estou cada vez mais encantada!

Abraços!

Esta deveria ser a questão motivadora para a maioria das escolas do Brasil. A grande maioria das escolas que ainda segue um modelo tradicional de educação, encara o ambiente democrático de aprendizagem como dificuldade e ameaça. 

Muitas são as questões enumeradas como dificuldades em relação a esta mudança, mas o fator ameaçador maior para o professor e a equipe diretora (leia-se diretor ou diretora), a meu ver, no Brasil, é  a suposta perda de autoridade pelo professor.

Em resposta ao prof Braz, a forma de diálogo apropriada parte do ouvir, da escuta a cada um dos integrantes da escola e se possível, da comunidade educativa. Todos precisam ser ouvidos. 

Assisti a uma palestra do grande mestre Humberto Maturana há dois anos atrás, também on-line e ao vivo, onde ele disse da necessidade máxima do ser humano hoje, que é ser ouvido! Segundo ele, por isso as crianças gritam e não as entendemos, e também por isso, muitos de nós adoecemos.

Olá, Ana Lúcia!

A escuta deve ser muito apurada, na comunidade escolar, caso contrário, não conseguimos superar a tendência que temos de culpabilizar o outro. Estou há 37 anos dentro das escolas como profissional e o que mais vi é o que chamo de "lógica da rivalidade". Quem impede a melhoria da educação é sempre o outro segmento. Enfim, no final das contas, quase todos acabam culpando o Poder Público por todas as mazelas e não se unem para organizar a população qualificando-a para exigir que o Poder Público faça a sua parte.

Ouvir as crianças é a única forma que o educador, dentro e fora da escola, tem para acessá-las. Sem isso a educação não é mesmo possível. Até mais e um abraço.

Muitos professores tem queixas de que os alunos  não dão atenção a eles. Mas precisamos nos perguntar se os professores  ouvem seus alunos, se a escola escuta a família , se o diretor ouve todos os segmentos. Eu penso que num ambiente  escolar em que todos são convidados a participar da tomada de decisões, consequentemente o comprometimento com o trabalho dentro da missão que a escola pretende é maior.Através de pesquisa participante, toda comunidade escolar pode definir junto questões currículares.

Buenos días! Nos gustaría invitar a todos a seguir con las reflexiones sobre la importancia de la motivación en el aula y intercambiar opiniones y ideas sobre ese tema en la tercera sesión del taller en vivo con Mª Jesús Mata, hoy a las 17h (España) / 13h (Brasil). Esa actividad está enmarcado en el eje temático de Gestionar el cambio educativo en la época actual y sus objetivos son: analizar los componentes, fases y tipos de motivación; y conocer las principales teorías de la motivación y su aplicación en el aula.

Te animamos a visualizar el material recomendado antes de asistir al taller.

Hoy, a las 17h (España) / 14h Brasil. Taller en vivo con Mª Jesús Mata sobre Motivación en el aula.

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Bom dia! Gostaríamos de convidar a todos para continuar com as reflexões sobre a importância da motivação na sala de aula e intercambiar opiniões e idéias sobre esse assunto na terceira sessão da Oficina ao vivo con Mª Jesús Mata, hoje às 17h (España) / 13h Brasil (horário de Brasília). Essa oficina está compreendida no eixo temático de Gestão da mudança educativa na atualidade e tem como objetivos: analisar os componentes, fases e tipos de motivação; e conhecer as principais teorias da motivação e sua aplicação na sala de aula.

Convidamos você para realizar as leituras recomendadas (em espanhol) antes da oficina.

Hoje, às 17h (Espanha) / 13h Brasil (horário de Brasília). Oficina ao vivo com Mª Jesús Mata sobre Motivação na sala de aula.

Olá pessoal!

Estou com algumas dificuldades e não estou conseguindo atender às vossas demandas, com o carinho e o respeito que merecem. Espero compensá-los a partir de hoje. Tentarei responder aos seus comentários e perguntas contando como vem se dando a contrução do projeto da EMEF. Pres. Campos Salles, ao longo dos últimos dezessete anos. Muito obrigado pela paciência e um forte abraço. Braz. 

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