¿Qué entiende usted por escuela democrática?

¿Cómo pueden aprender los estudiantes a través de desafíos en lugar de disciplinas/asignaturas como se hace tradicionalmente? ¿Cuál es la diferencia en este tipo de trabajo?

¿Cómo dar cuenta de lo que es exigido por el gobierno y la sociedad en una escuela diferenciada?

¿Cuál es el papel del gestor en el currículo de la escuela? ¿Cómo debe actuar con el equipo de profesores y la comunidad escolar?

Gestão de currículo organizado em Mosaicos Interativos e Interdisciplinares

O que você entende por escola democrática?

Como os estudantes podem aprender através de desafios ao invés de matérias/disciplinas, como acontece tradicionalmente? Qual é a diferença nesse tipo de trabalho?

Como dar conta do que é exigido pelo Governo e pela sociedade em uma escola diferenciada?

Qual é o papel do gestor no currículo da escola? Como deve atuar a equipe de professores e a comunidade escolar?

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Respuestas a esta discusión

Uma instituição que em sua organização abrange componentes diferenciados (colegiado escolar e seus segmentos, gestores, estudantes, professores,pais e responsáveis dos estudantes, funcionários e colaboradores). Esses componentes devem analisar toda a organização da escola com uma participação ativa sempre buscando a melhoria da qualidade de ensino. Devendo participar das decisões nos campos pedagógicos, físico e organizacional da escola.

 A necessidade de reuniões mensais ou quinzenais neste tipo de escola é fundamental, juntamente com compromentimento de todos os segmentos, não é uma tarefa fácil porém havendo uma coesão das estruturas pode-se conseguir estabelecer um equilibrio.

 Os membros do colegiado e gestores são escolhidos em eleições tri anuais, e com metas e compromissos que deverão permear a melhoria do ensino e sanar problemas escolares, O PPP desta escola deve ser avaliado constantemente e se possível modificado quando a maioria assim desejar.

 Este é meu parecer sobre escola democrática. Ricardo Silva Oliveira, professor do Colégio Democrático Estadual Anísio Teixeira, município de Potiraguá-BA.DIREC 14, SEC BAHIA.

Caro Ricardo,

Aqui você comenta: "A necessidade de reuniões mensais ou quinzenais" e "Os membros do colegiado e gestores são escolhidos em eleições tri anuais". Já pensou em reuniões como estas todas as semanas e com toda a comunidade escolar? É assim que fazemos nas Escolas Lumiar.

Abraços,

Célia

A participação social no processo de democratização da educação requer à principio, um conjunto de medidas firmes, orientadoras e consistentes por parte de todos os segmentos da sociedade. É um verdadeiro desafio você conscientizar hoje, a população ou mais especificamente a comunidade escolar para assumir seu papel como parte integrante nos processos decisórios da educação. É necessário colocarmos na prática o que está na lei. Por exemplo, a atuação mais eficaz dos conselhos, de modo geral, CME, Associação de pais e mestres, colegiados, etc. Muitas destas agremiações, só funcionam no papel. Sua atuação se resume apenas em assinar pareceres prontos e elaborados, o que não combina com o modelo atual de gestão democrática.

A mobilização social e a gestão democrática da educação associam-se quando criamos um forte elo entre os marcos legais constitucionais e a organização das ações coletivas e sociais. Melhor dizendo, formulação de políticas educacionais com a participação de todos os atores da educação. Avaliações constantes do processo ensino aprendizagem; capacitação de membros de conselhos; participação ativa do controle externo; uso das audiências públicas, etc., e o mais importante de tudo universalização da educação com qualidade e ao alcance de todos.

A mobilização social e a participação na gestão da educação são essenciais na transformação dessa realidade, onde a cada dia a mais, buscamos a fazer com que a população em geral se interesse pelas decisões importantes que acontecem no país. Na era do conhecimento aonde as informações nos chegam a tempo real e instantaneamente, não cabe mais vivermos alheios a essas mudanças e esperar que os outros tomem as decisões por nós. Necessário se faz sermos agentes ativos e participativos dessa nova forma de enxergar os problemas e buscar as soluções que satisfaçam os anseios e desejos da coletividade embasados nos princípios da democracia e da igualdade.

Archivos adjuntos:

Como podemos trabalhar a diversidade cultural proveniente de nossos alunos mediante um currículo pronto, livros e professores engessados? É uma questão que tento desvendar, porém, há muita resistência por parte da própria escola em aceitar o desafio das mudanças.

Alzira,

A melhor forma de tratar isto é através de um processo de ensino-aprendizagem mais centrado no estudante. Currículos prontos e professores engessados não combinam com ensino personalizado. Quebrar antigos paradigmas, concordo com você, não é fácil, mas nos dias de hoje,é a única saída para um ensino de qualidade e com significado para o estudante. Você conhece a Escola Lumiar? Lá nós aceitamos os desafios e os resultados são muito interessantes!

Abraços,

Célia

Buenos días! Nos gustaría invitar a todos a seguir con las reflexiones sobre la gestiond del cambio educativo y intercambiar opiniones y ideas sobre ese tema en el  debate en vivo con Javier Murillo y Heloísa Mesquita, hoy a las 17h (España) / 13h (Brasil). En esta actividad debatimos sobre los modelos de gestión exitosos en el ámbito educativo, haciendo referencia a las estructuras organizativas que resultan más eficaces en los centros actuales.

Hoy, a las 17h (España) / 13h Brasil. Debate en vivo con Javier Murillo y Heloísa Mesquita sobre Gestión del cambio educativo.

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Bom dia! Gostaríamos de convidar a todos para continuar com as reflexões sobre a importância da gestão da mudança educativa e intercambiar opiniões e idéias sobre esse assunto no debate ao vivo com Javier Murillo e Heloísa Mesquita, hoje às 17h (España) / 13h Brasil (horário de Brasília). Nessa atividade debateremos sobre os modelos de gestão de sucesso no âmbito educativo, fazendo referência às estruturas organizativas que resultam mais eficazes nos centros atuais.

Hoje, às 17h (Espanha) / 13h Brasil (horário de Brasília). Debate ao vivo com Javier Murillo e Heloísa Mesquita sobreGestão da mudança educativa.

 

RESPUESTA DE ANTONIA ALEGRE.

 

ESCUELA DEMOCRATICA ES UNA ESCUELA PARTICIPATIVA, DONDE LOS PADRES , LOS ALUMNOS , LA COMUNIDAD Y LOS DOCENTES DECIDEN UN FUTURO MEJOR PARA LA EDUCACION.

LOS DESAFIOS EN UNA ESCUELA ES CREAR PROYECTOS EDUCATIVOS CON LOS PROPIOS ALUMNOS, DE ACUERDO A SUS INTERESES, EMOCIONES Y NECESIDADES.

EL PAPEL DEL GESTOR DEL CURRICULO EN LA ESCUELA ES INVESTIGAR LAS NECESIDADES QUE TIENE LA COMUNIDAD ESCOLAR, LOS INTERESES DE LOS ALUMNOS EN SU APRENDIZAJE, Y ANALIZAR EL FODA ( FORTALEZAS, OPORTUNIDADES, DEBILIDADES Y AMENAZAS) DE LA COMUNIDAD ESCOLAR. CON TODOS ESTOS INSTRUMENTOS Y SU EQUIPO DE PROFESORES SE ORDENARA ELCURRICULO DE LA ESCUELA. 

Antonia,

Concordo com você: Os DESAFIOS NA ESCOLA é criar projetos alunos de educação com os próprios alunos de acordo com seus interesses, emoções e necessidades. Mas vem a pergunta: as escolas fazem realmente isto? Quem decide, no ambiente escolar, quais projetos serão trabalhados?

Abraços,

Célia

Todas essas questões não são nada fáceis de responder. Em primeiro lugar  os educadores precisam ter clareza de  para qual sociedade estão a serviço,  que tipo de cidadão quer formar. Obviamente um requisito básico para trabalhar numa escola democrática é flexibilidade, abertura para o novo. Mesmo assim não é uma tarefa fácil fazer diferente dentro de uma superestrutura que vem de séculos.Necessariamente há necessidade de ser um trabalho coletivo com toda a comunidade escolar, liderada pelo gestor que a meu ver, tem o papel de interligar e incentivar todos os segmentos. Quanto ao currículo, penso que deva ser um currículo vivo, emergente, montado a partir de pesquisas , debates, observações do entorno escolar. E com certeza com a participação especialmente dos alunos. O que me deixa em dúvida é até que ponto o aluno tem condições de fazer as melhores escolhas sobre o que aprender, se ainda não tem a maturidade ou a consciência de tudo o que é importante , de todas as possibilidades que estão à sua frente, de todas as escolhas que pode fazer. Como mediar isso? 

Marli,

Acredite, os estudantes têm sim, muito mais condições de decidir, fazer escolhas, do que podemos acreditar. É claro que nós, os educadores, os adultos do processo, devemos estar junto, como parceiros, não que dominam o conhecimento, mas como aqueles que têm mais experiência no processo educacional e, portanto, podem auxiliá-los no processo de educação. Auxiliar não significa determinar tudo como o que ocorre nos currículos fechados e com os professores sujeito ao engessamento.

Um abraço,

Célia

Olá Marli, a sua dúvida "até que ponto o aluno tem condições de fazer as melhores escolhas sobre o que aprender, se ainda não tem a maturidade ou a consciência de tudo o que é importante , de todas as possibilidades que estão à sua frente, de todas as escolhas que pode fazer?" também foi/é a minha... Mesmo porque, acredito que nem nós educadores, temos plena consciência de tudo o que é importante! O que construí durante a minha experiência na Lumiar, me fez acreditar que, sim, os educandos tem condições de decidir e fazer escolhas, como disse a Célia, mas o papel do educador nesse processo é extremamente importante e delicado. Os educandos devem ser ouvidos durante todo o processo, mas não devem ser os únicos a opinar e o educador deve, sim, opinar e abrir um leque de possibilidades de escolhas para os alunos.

Por exemplo, quando trabalhava na educação infantil, precisávamos escolher, junto com os educandos qual seria o projeto de música do semestre, na mediação desse processo, apresentamos para eles uma diversidade de ritmos diferentes, que eles pouco tinham tido contato, música clássica, cacuriá, entre outras, eles puderam também colocar para votação, músicas que eles já conheciam, que eles gostavam,  com isso demos autonomia para escolherem qual trabalharíamos e acabamos por desenvolver um projeto super bacana com o repertório dos Beatles. ( no semestre seguinte a mais votada foi a música clássica, as orquestras e seus instrumentos)  

Além disso a ideia é que, muito mais do que passar conteúdos, procuramos desenvolver habilidades e competências nos educandos que os auxiliem durante todo o processo de aprendizagem. Quando era questionada sobre "e quando chegar no hora do vestibular e ele não tiver aprendido raiz quadrada?" A minha resposta era, "se para o aluno, passar no vestibular for importante, e para isso ele precisar aprender como calcular uma raiz quadrada, com certeza a Lumiar terá "ensinado" como fazer para aprender isso, seja pesquisando na internet, procurando alguém que possa auxilia-lo, buscando nos livros, enfim, formando sujeitos ativos no processo de ensino-aprendizagem" .

Carol,

É isso ai! Uma vez Lumiar sempre Lumiar!

Beijos

Célia

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