-¿Crees que el homeschooling, unschooling o la desescolarización son hoy una alternativa a la educación institucionalizada?

-¿Las nuevas tecnologías de la información, aliadas o no en el proceso del homeschooling?

-Você acredita que o homeschooling, unschooling ou a desescolarização são hoje uma alternativa à educação institucionalizada?

-As novas tecnologias de informação são aliadas ou não no processo do homeschooling?

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Respuestas a esta discusión

E outra, ainda sobre métodos.. Dá pra fazer homeschooling sem instroduzir qualquer método de ensino pré-concebido (tipo metodologias padrões a serem reproduzidas, técnicas de alfabetização y ou x, etc.) ou é inevitável interagir com elas mais cedo ou mais tarde?

Yanna,

Acho que o interessante é tirar aquilo que mais faz sentido para você de cada uma dessas metodologias ou técnicas e encontrar a melhor maneira de aplicá-la. Sem receitas...

Olá Edilberto,

A Ana Thomaz comentou alguns dos aspectos que você cita. O que mais chamou a atenção é o novo olhar que ela trouxe, e que você comenta bastante aqui no fórum, que a socialização pode ser mais desenvolvida em experiências como a desescolarização do que na escola (para o espanto de muitos), ela pode se tornar mais rica quando se dá espaço para que a criança seja a protagonista de seus interesses e sua trajetória de descobertas.

A partir do momento que não projetamos no outro nossas expectativas, não só canalizamos nossa atenção e energia para o mais essencial, mas deixamos mais espaço e espontaneidade para que o outro seja o outro, desenvolva o seu potencial.

Equipe Brasil!!

devo reconhecer em Ana Thomaz uma pensadora e uma criadora de pensamento. No campo do Unschooling ela tem conseguido aliar a experiencia do estudo, com isso tem podido formular elementos realmente relevantes para quem quiera mergulhar nas aguas da desescolarizacao. Especielmente no que diz respeito do tema  das projecoes que normalmente fazemos nos outros das nossas complexidades. Uma das coisas fortes no processo de escolarizacao, que de fato comeca em casa (numa familia escolarizada), consiste na projecao que os adultos fazemos das expectativas, medos, fraturas, angustias e raivas, sobre os nossos filhos. Queremos que eles funcionem assim e assim e assim. E ainda os culpamos pelo que entendemos por desvio cada vez que eles reagem de maneira autonoma. As instituicoes escolares e depois todas as demais funcionam igual!!. E assim se estabelece um circuito vicioso de crontrole do comportamento de cada individuo de maneira a direcionar o seu comportamento para dentro das expectativas das instituicoes.  

O que Ana nos apresenta se dirige a consolidar um circuito virtuoso que comeca na relacao mae-pai - filhos, na medida em que os adultos trabalham internamente para evitar as projecoes negativas sobre as criancas. Logrado isto, o que emerge é um espaco de legitimidade de cada um dos membros da relacao. Cada um tem direito a viver seus processos internos sem precisar submeter sua vontade a vontade do outro. Assim, se libera a potencia natural de cada individuo para desenvolver.se plenamente. A crianca, que nao tem que carregar em seu íntimo o peso de um adulto, esta livre para escolher o que quer, e sabe que o que quer que escolha, será legítimo.   Pronto, se estabeleceu um circuito virtuoso nas relacoes, onde o principal é propiciar o florecer de cada ser na sua legitimidade!!!!

Edilberto, concordo plenamente com cada palavra sua e da Ana. Quero compartilhar uma inquietação minha: As crianças vêm ao mundo, suponho, e exponho muito resumidamente, como se fossem uma folha em branco, onde as impressões vão ajudando a construir o ser.

A criança não tem parâmetros a princípio, para julgar o "bom" e o "ruim" ou o "mal".

Conforme vão crescendo, mesmo se convivermos muito intimamente, outras coisas vão chamando a atenção delas, o mundo está repleto de apelos e infelizmente essas coisas nem sempre são adequadas (dependendo do ponto de vista de cada um). Nesse caso, não configura uma projeção do adulto, mas uma experiência dela. Elas absorvem coisas que nem sabemos, e quando sabemos e julgamos inadequadas, não há outra maneira senão intervir. Li seu relato quanto aos seus filhos na pista de skate etc, ótimo exemplo, mas haveria algo mais que você pudesse acrescentar sobre esse aspecto? Obrigada!

Nossa que tema, Rita!!!

Somos seducidos pelo entorno. Isto quer dizer que em principio o que vier dele, é assimiliado pela crianca como algo  bom, mesmo que possa ser ruim na verdade. O primeiro deles é a familia. O segundo é o mundo. As familias geralmente apresentam o mundo como algo peligroso. O fazem para proteger a crianca.  Entao aparece o tema da disciplina. Dos limites. Se dize que o pai e ou a mae devem impor limites. E as criancas e o mundo se dedicam a quebrar esses limites e vem o desespero, os castigos, a imposicao do medo. As negacoes sem fim.

Tento ver tudo isso desde outro ponto de partida. O mundo, mais que perigoso é um desafio. Para a crianca e para os pais. O desafio consiste em sua capacidade de seducao. Tudo que há no mundo seduz a crianca. E esta que vem so seio da familia tudo que consegue fazer é identificar-se com o que o mundo lhe apresenta. Se identifica apenas porque foi isso que aprendeu na família. Assim, a questao é a seguinte...como fazer para que a crianca consiga fazer a distincao entre o que ela é o o que o mundo é? Acho que esse é o verdadeiro papel do pai. Conseguir que a crianca se defina frente ao mundo como algo único e irrepetível. Como o que ela é na sua singularidade. Mas isto nao é possivel apenas proibindo a crianca de ir, de fazer, de estar no mundo. Ela precisa ir...a questao é ter uma estratégia clara para conseguir que volte...para ela mesma, nao para dentro de casa.!! Se pai e filho conseguem isto, teremos ai um novo adulto, sao, tranquilo, experiente e singular, capaz de transitar pelo mundo sem confundir-se com ele. Assim o tema dos limites realmente desaparece. O que fica é o tema da distincao. cada um tera que encontrar uma estratégia para que a crianca saiba distinguir entre ela e o mundo. Fica claro que nao se trata de impor, mais de dialogar, de mostrar, de participar, de ir e de voltar.

Edilberto,

Que lindo depoimento! Concordo com o que você disse mais acima também e concluo que o trabalho para mergulhar numa relação sadia com nossos filhos começa internamente, começa com o olhar honesto e generoso sobre si mesmo... para depois, aí sim, poder contribuir com a formação de outro ser de maneira legítima.

Um abraço e obrigada por compartilhar essa experiência conosco, suas ideias e seus projetos! Parabéns pelo que tem construído e nos ensinado!

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¿Las nuevas tecnologías de la información, aliadas o no en el proceso del homeschooling?
El hogar es el primer entorno educativo de los niños y nunca dejará de serlo, la oportunidad de abrir las puertas a los hogares y las instituciones educativas da oportunidad a los estudiantes de poder educarse en cualquier espacio de la sociedad y en diversos entornos como es el hogar.
Esta alternativa del homeschooling con respecto a la educación institucionalizada, debe partir del conocimiento y cariño mutuo de cada uno de los miembros de la familia que aprenden juntos en casa, el respeto y la confianza hacia los niños en su capacidad de aprender e investigar.
Es difícil para las personas que se educaron con el modelo escolar tradicional creer y entender que un niño pueda aprender de manera más independiente, que alguien esté dirigiendo su aprendizaje o presionándolo para evaluar sus avances y decidiendo por él sobre los temas y los ritmos de estudio. Pero sorprendentemente esto ocurre y pone en duda la necesidad de tener expertos alrededor de los niños para garantizarles una buena formación.
La tecnología está rompiendo barreras y reduce distancias en el acceso al conocimiento. Dándole oportunidad a los estudiantes desarrollar sus habilidades, desde corta edad tengan acceso al uso de las tecnologías y al desarrollo y acceso de los conocimientos.

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