-¿Qué es lo más importante que he aprendido en la vida fuera del sistema de educación formal?

-¿Cuáles de esas cosas no las hubiera podido aprender de otra manera?

-¿Deberían esos aspectos incorporarse a curriculos formales?

-Qual foi a coisa mais importante que aprendi na vida fora do sistema educativo formal?

-Qual dessas coisas eu não poderia ter aprendido de outra maneira?

-Esses aspecto deveriam ser incroporados aos currículos formais?

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Respuestas a esta discusión

Aprendi muito com as experiências da vida o execício da liderança e o trabalho em equipe.

No desenvolvimento de minha vida escolar e academica, foram poucos os momentos em que estes aspectos foram trabalhados. Estávamos muito ocupados em apresentar e avaliar conteúdos previstos e para isso restava pouquíssimo tempo para o desenvolvimento das características pessoais.

Hoje falamos em empreendedorismo, trabalho em equipe, mas ainda temos muita dificuldade em desenvolver estes apectos a partir das características pessoais de cada aluno.

Ampliar a visão da importância destes apectos no desenvolvimento das potencialidades do ser humano e agir pedagógicamente em relação a cada aluno - indivíduo, parece ser um dos grandes desafios da educação formal de nosso tempo. Obrigada!

Bom dia...

    No campo de governo aqui no Brasil, especificamente no Ministério da Saúde, adotamos a Educação permanente em Saúde como estratégia para qualificar as práticas laborais em saúde.  Trata-se de problematizar o processo de trabalho dos estudantes para que eles mesmos encontrem possibilidades de solução com apoio de um referencial teórico.

Abraços 

Bem vinda Elomar!

Interessante o que você traz! Você acha que as práticas laborais em saúde deveriam valorizar mais o conhecimento popular (informal)? Por exemplo, reconhecer e valorizar as práticas populares em que se utilizam plantas medicinais para cuidar de problemas de saúde específicos, receitas caseiras de xaropes, etc? Qual a sua opinião?

Obrigada pelo acolhimento...

  Sim,,,,, a ideia é trazer uma forma mais popular de ensinar e aprender para a estrutura formal. Os cursos partem da prática cotidiana dos profissionais para estruturar o caminho formativo. Inicia com a identificação de nós críticos dentro do processo de trabalho, a partir do quais procura-se meios para a sua solução, tendo como base os conhecimentos estruturados no material didático.

  Logicamente, esta opção pedagógica traz como marcos teórico-metodológicos, a construção do conhecimento individual e coletivo (sócio interacionismo - Vigostsky, 2003) a partir do diálogo (Freire, 2003) para a expressão das diferentes realidades sociais (Bourdieu, 1989) (parte da experiência -Dewey, 1980).

  É bem interessante, uma vez que, por meio da qualificação das práticas individuais, também há o aprendizado coletivo das Instituições (Instituições aprendentes)

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Bourdieiu P.   Aparecida Joly Gouveia (trad.). A escola conservadora: as desigualdades frente à escola e a cultura.  Educação em Revista, Belo Horizonte, 1989, 10, 3-15.

Dewey  J. The school and society. (Ed. Jo Boydston).  Carbondale, III and Edwrdswilli, III.  Southern Illinois University Press, 1980.

 Freire P. Pedagogia da esperança. São Paulo: Editora Paz e Terra, 2003.

Vigotisky, L. S. Pensamento e linguagem. São Paulo:
Martins Fontes, 2003

 

Interessante Elomar, parabéns pelo trabalho que estão realizando!

Poderia nos dar um exemplo de como isso acontece na prática?

El aprendizaje  fuera del  sistema de educación formal  cobra gran importancia  a la hora de hablar del conocimiento.

Es claro que lo que aprendemos  fuera del  sistema formal   potencia nuestro  aprendizaje  formal.  Lo más importante que he aprendido esta relacionado con  mi práctica docente y se aprende en la  participación en eventos.

De otra manera  no  hubiera aprendido, como  manejar  el lenguaje corporal en una exposición.

Estos aspectos podrian  incorporarse a los curriculos formales, pero  necesarioaente requeririan una práctica  y/o   experiencias reales en las cuales de manera informal  se  aprenda.

Gladys, efectivamente hay conocimientos que se adquieren mejor fuera del sistema de educación formal puesto que requieren de un ambiente y condiciones que no pueden ser reproducidas en las instituciones educativas.

He aprendido a pensar, a relacionar cosas y transferir lo aprendido a la práctica profesional. Eso lamentablemente no me lo enseñaron en la educación formal.

Aprendí de la práctica que otros me enseñaron, de su experiencia de visa.

Creo que sí deberían incorporarse esos aspectos en los currículos formales, La educación debe enseñar para la vida y para toda la vida, Podemos pasar años aprendiendo lo que dicen los textos, pero eso se olvida y se  queda desactualizado pronto, pero aprender a razonar, a adquirir la habilidad de pensamiento crítico, eso queda para siempre.

 

Hola Rosa María,

Estoy de acuerdo, creo que la educación formal debria contextualizar más las cosas para que tengan más sentido donde deben de ser aplicadas... lamentablemente no es así.

Saludos!

Hola, Rosa Maria, en algunas cosas estoy de acuerdo contigo, pero en outras, creo que la família deve continuar haciendo su papel de orientar sus hijos, repasandoles los conocimientos necesarios para una vida. Entretanto, la escuela deve reforzar estas enseñanzas.

Ivaneide 

Qual foi a coisa mais importante que aprendi na vida fora do sistema educativo formal?

Conviver com outras culturas, estar em contato com a multiculturalidade, o que envolve desenvolver valores como a tolerância e o respeito além de estar mais consciente do meu lugar no mundo.  Felizmente, tive oportunidades de conviver com pessoas de diversas culturas e mais do que aprender sobre a geopolítica e costumes de outros países, aprendi que meus valores e meus pontos de vista eram (e ainda são) muito limitados à minha cultura. Aprendi que verdades absolutas para um, são relativas se mudarmos o nosso olhar e o seu contexto.  Aprendi que reproduzimos preconceitos e estereotipações sem percebermos, repetimos informações sem se quer questioná-las. Aprendi que na África, a morte é celebrada com festa, música, danças e comidas típicas pois qualquer um que ensinou alguma coisa a alguém, teve filhos, trabalhou... merece ser celebrado e a festa é o respeito merecido, não a tristeza e o silêncio. Aprendi que em lugares miseráveis não existem idosos e crianças abandonados porque a família é prioridade social. Aprendi que nós ocidentais temos a ilusão de controlar todas as coisas que podem acontecer conosco, começando pelos exageros materiais que temos com nossas crianças desde que elas nascem, esterilizando se possível tudo ao seu redor enquanto crianças em outros contextos se desenvolvem livremente correndo pelos seus quintais, experimentando, “sujando” seus pés e mãos com a terra. Aprendi que em alguns países a idade de uma pessoa é contada desde o primeiro mês de vida, pois já na gestação ela é um ser que já faz parte desse mundo e da família, não só a partir de seu nascimento. Aprendi que projetos de “ajuda ao desenvolvimento”, em sua grande maioria, não ajudam, apenas criam maior dependência entre os que acham que têm a solução e aqueles que pensam que não têm a solução. Enfim, foram muitos aprendizados, vividos de maneira intensa, que desestruturaram aquilo que eu sempre achei que fosse verdade ou que fazia mais sentido para mim. A abertura ao novo nos ensina a aceitar que nossos conceitos são relativos e muitas vezes questionáveis; nos ensina a agregar, a ver o diferente com mais respeito sendo eu a maior beneficiada pois é quase palpável a expansão da minha consciência e conhecimento.

 

Qual dessas coisas eu não poderia ter aprendido de outra maneira?

Aprendi vivendo em outros países, mas não acho obrigatório que para aprender sobre a cultura do outro, o olhar do outro, a verdade do outro... fazendo conexão com a nossa realidade... seja preciso viver em outro país ou conviver com pessoas de outras nacionalidades. Acredito que se escola não reproduzisse simplesmente uma cultura específica e que por estar fechada em si mesma é limitada, ela poderia possibilitar o desenvolvimento de valores como tolerância e respeito... o que nem sempre é feito de fato. No Brasil, por exemplo, há muitas iniciativas nas escolas sobre a diversidade e o respeito à cultura. Muitas desenvolvem projetos sobre a cultura indígena, na semana do dia do índio principalmente (19 de abril), mas ao longo do ano não se trabalha o fato de que todos os dias são tomadas decisões políticas em nossos Estados, muitas vezes bem distantes dos índios na Amazônia, que afetam diretamente aquela realidade. A falta de “conexão” entre a minha realidade e a realidade do outro, nos impede de perceber que as nossas escolhas (pessoais) sustentam um sistema que exclui, que dá mais valor ao acúmulo de conceitos do que ao saber, reproduzido, muitas vezes, em larga escala nas escolas.

 

Esses aspecto deveriam ser incorporados aos currículos formais? 

Acredito que aspectos como o desenvolvimento de valores deveriam ter mais espaço no ensino formal. Dar mais espaço nas escolas (no ensino formal) ao “pensar globalmente e agir localmente”, como diria Leonardo Boff.


Para ilustrar, gostaria de compartilhar a palestra da escritora Chimamanda Adichie: O perigo da história única (http://www.ted.com/talks/lang/pt/chimamanda_adichie_the_danger_of_a...)

Muy interesante Juliana. Asumir la multiculturalidad es algo que ya es parte de las competencias del siglo XXI, según la Unesco y otros autores. Es parte integral de vivir en un mundo "conectado" por varios medios, incluyendo la Internet. Claro que se ejerce en la vida misma pero igualmente creo que el sistema formal de educación debería ya estar acorde con esa inevitable realidad y en alguna medida, débil aun a mi juicio, ya ha comenzado a ser mas incluyente con la diversidad cultural y de pensamiento.

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