• Quais características devem ter um jogo para que ele seja pedagogicamente producente?
  • Como unir objetivos pedagógicos com interface e didática atrativas?
  • Em sua opinião, qual é o diferencial que o game oferece que nenhum outro suporte o faz?
  • Como os games podem aproximar pais e filhos?

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Respostas a este tópico

Os games são muitas vezes vistos nas escolas como um inimigo e em diversos momentos, são utilizados apenas como recompensa e não como recurso pedagógico.

O cenário ideal, como coloca Samara Werner, é aproveitarmos o interesse que os games despertam nos alunos e fazer uso deles como recurso. E quando estamos falando de games, não queremos aqui separar games educativos e games comerciais, já que a maioria dos games, ainda que comerciais, trazem conteúdos interessantes, e ainda que adversos, sempre podem trazer uma discussão interessante para o grupo, na minha opinião.

O que acham?

Es cierto que los video juegos no son bien vistos en el aula como manifiesta Samara.

Les comento que enseño informática a niños adolescentes con retardo pedagógico por falta de atención en su primera infancia, por lo que lo que hay ciertas capacidades que no han sido desarrollados en ellos, la motivación por el sólo hecho de jugar es muy grande, y defiendo la posición de desarrollo que les posibilita en cuanto a concentración, desafíos, estrategia, reglas, capacidad de solución, y otros que posibilita los videos juegos.

Qué interesante compartir este interés educativo con todos ustedes, saludos

Hola a tod@s! como cuenta Lucy en mi caso dicto Simulación en el secundario y lo que hago es que mis alumnos se diviertan estudiando. Literalmente aprenden jugando! Los chicos deben generar un proyecto final con una temática a elección y como resultado se debe presentar un jugo interactivo. Lo mejor de todo es que ellos están muy motivados y aprenden compartiendo el conocimiento con sus colegas y en un marco teórico que pasa a ser divertido dado la dinámica y el objetivo seleccionado por los alumnos. Mi experiencia en juegos , educación y aprendizaje colaborativo es muy favorecedora! a animarse a hacerlo! éxitos! Paz

As característica do jogo deve ser lúdico com propostas desafiadoras, O jogo tem o poder de transpor barreiras e facilitar a assimilação de conhecimentos. Em práticas pedagógicas onde o professor utiliza desse recurso podemos observar o quanto nossas crianças mudam de comportamento e conseguem  superar as expectativas de aprendizagem.  

Penso que quando um jogo é criado com o propósito educativo, ele deve conter àquelas habilidades que todo professor procura desenvolver dentro de um conteúdo. Claro que num aspecto mais amplo, abrangente e não dedutivo.

Jogar um jogo é resolver problemas. Para se resolver problemas, fazemos escolhas. Portanto, jogar é fazer escolhas, baseadas em desafios e recompensas. Um jogo é uma ferramenta excelente para se passar conceitos, e consequentemente para ajudar através de narrativa, cenários e situações, uma pessoa a arriscar e aprender, sem que ele se sinta inseguro. É querer motivar para conquistar.

Sobre um contexto neoliberal, com imposições de um individualismo excedentemente egocêntrico é bom nos atentarmos a jogos que desenvolvam não mais a competição mais a cooperação, no lugar da troca por premiações, a conquista de objetivos comuns. Os jogos que utilizo não são digitais, são provenientes de materiais reutilizados mais promovem também, todas essas ações que você relatou muito bem. Imagino como ficam entretidos quando apresentados a games já que experimento diversas dinâmicas produzidas com resíduos sólidos e o resultado já é mágico! 

Quando associamos a prática dos jogos em sala de aula ganhamos a atenção dos alunos e também a confiança existem jogos de estratégias que fazem com que o aluno resolva situações problemas que ele não conseguiria resolver se não estivesse num jogo. Muitas situações acontecem no dia a dia e vemos a dificuldade do aluno de lidar com essas situações, como tomar uma decisão e já no mbiente virtual vemos o contrário, as decisões são mais rápidas e precisas, existem jogos que simulam guerras, comunidades, criar um personagem e comandá-lo, criando um círculo de amizades e família, temos várias situações problemas, cabe a nós fazer bom uso dessas ferramentas.

 

 

Utilizo jogos eletrônicos para trabalhar com alunos de Transtorno Global do Desenvolvimento, entre estes Autistas. A proposta de utilizar os jogos enfatiza a importância destes na educação. Segundo Prensky (2001) tal recurso resgata o desejo pelo conhecimento, pois aprendem se divertindo. Inicialmente se questionou quais e como os jogos educacionais eletrônicos podem ser utilizados como instrumentos pedagógicos. Procurou-se identificar os jogos mais adequados à faixa etária e às possibilidades de cada educando para, posteriormente, oferecê-los. Para Albuquerque (2009) o jogo eletrônico oferece ao jogador não apenas um conjunto de regras, como nos jogos tradicionais, mas todo o ambiente interativo com personagens, ambientes e sistema de regras. O primeiro jogo escolhido foi Farm Frenzy 2. O jogo apresenta um conjunto de regras complexas para sua execução. O ambiente é uma fazenda onde o jogador terá que administrá-la. A escolha partiu da possibilidade de inserir questões educativas que respondessem a uma abordagem interdisciplinar com ênfase nos conceitos básicos da matemática para os anos iniciais. Foram analisados os estilos de jogos e os benefícios para os alunos com necessidades educacionais especiais. O educando passa a problematizar, a fazer estimativas e a calcular as possibilidades de compra e venda em um processo crescente. Sua variedade de desafios proporciona ao jogador motivação na busca da superação, em síntese, o educando aprende jogando. Vale ressaltar que os jogos eletrônicos ajudam a complementar e a desenvolver a capacidade de transferir seu conhecimento de um contexto ao outro.  Passa a decidir os caminhos na medida em que compreende os conceitos do jogo. Através do feedback gerado pelo sistema, passa a identificar o universo através de uma nova linguagem, entre erros e acertos.                                         

Percebeu-se que os alunos passam a decidir os caminhos a serem utilizados com autonomia, após compreenderem a dinâmica do jogo. Passam a compreender os conceitos e a explorar novos caminhos com estratégias de ensino baseadas nos erros e acertos, comum nos jogos midiáticos. O jogador passa a ter comportamento ativo, devido à exigência mental e passam a resolver outros problemas relacionados ao que visualizaram no jogo.

Acredita-se que o jogo eletrônico possibilitou aos alunos a ampliação da percepção de mundo de forma prazerosa e desenvolveu neles o gosto pela aprendizagem e pela escola. Possibilitou a construção de conhecimentos através da reflexão entre erros e acertos. Percebeu-se avanços nas atividades de lógica matemática, resultados estes vistos nas avaliações.

Joana Montes

Estratégia e resolução de problemas são as características de um bom jogo.

Por exemplo o professor de história tem um conteúdo sobre a revolução francesa que precisa ser discutido com os alunos, podemos utilizar o jogo age of Empire, que é um ótimo jogo de estratégia, que possibilita os alunos conhecerem a bandeira do país, a vestimenta, o tipo de armamento utilizado na época entre outras situações, que é o de criar um Exército forte e uma comunidade protegida, além de ter que saber lidar com o dinheiro, avaliando o que é mais produtivo. Realmente um jogo interessante

O game oferece som e imagem de boa qualidade, além de insentivar a pessoa a continuar jogando, através de alguma conquista ganha-se troféus ou até mesmo tesouros que ajudam no decorrer do jogo.

O jogo pode aproximar a família quando os pais conhecem ou simplismente querem conhecer como é o jogo e se interessam pelo que o filho vai jogar, perguntando como é e como ele consegue passar de fase.

Resumindo a família deve se interessar pelo que o aluno esta aprendendo ou mesmo se interessando. Só assim teremos sucesso.

Olá!

Infelizmente, ainda há muita sizudez nas propostas de aprendizagem. E com isso se perde muito , principalmente na questão motivação e curiosidade que são molas propulsoras  para que de fato ocorra a aprendizagem. Especialemnte isso ocorre ns séries mais avançadas. Felizmente, nas séries iniciais e em especial a educação infantil, o jogo é visto com naturalidade na educação, mas ainda não utilizado como poderia ser. Trabalho com EI e utilizo muito os games, nesse nível. Acho que os games tem que desafiar o aluno, desenvolver as mais diversas habilidades e quanto mais exigir de reflexão e construção por parte do usuário, melhor. Nas idades mais avançadas, isso é ainda mais possível, em jogos de estratégia, em que dependendo das escohas feitas, os resultados são melhores ou piores. Visitem o blog da minha Educação Infantil e vejam o que estou realizando com os pequenos, dentro das minhas possibilidades. Abraços! http://diariogalerinha.blogspot.com.br

Ola a todos os participantes. 

Na verdade, no Ensino Fundamental especificamente, quando se faz uma proposta de games de aprendizagem (alguns existentes na net) para a escola pública há duas realidades: a primeira - o laboratorio nao tem equipamento para cada aluno e com um só professor ainda fica dificil gerenciar 55 alunos ( no meu caso) com 15 computadores; a segunda- e mais triste - são as manifestações de desagrado, de pais e coordenadores, que ainda nao entendem que os games podem alavancar o interesse do aluno para o conteudo a ser ensinado.

O que observo são ações pontuais mas nao ainda uma verdadeira revolução digital na área educacional.

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