Tião Rocha (en español)
Tião Rocha: antropólogo (por formación académica), educador popular (por opción política), folclorista (por necesidad) y minero (por suerte): así se presenta en su web.
Tião Rocha es lo que podríamos definir como un lider social nacido en Belo Horizonte, estado de Minas Gerais, Brasil. Es antropólogo y fue durante años profesor universitario. Fundó y preside el Centro Popular de Cultura e Desarrollo (CPCD), organización no gubernamental cuyo objetivo es promover la educación popular y el desarrollo comunitario a partir de la cultura, considerada la materia prima para la acción pedagógica. También es el presidente del Presidente do Banco de Êxitos S.A., una organización con fines sociales que articula distintos proyectos. Ha publicado numerosos libros y artículos relacionados con la cultura popular. También ha sido premiado en numerosas ocasiones.
Tião Rocha (em português)
Como o próprio costuma dizer, Tião Rocha é seu nome, Sebastião é apelido. Antropólogo (por formação acadêmica), educador popular (por opção política), folclorista (por necessidade) e mineiro (por sorte). É também fundador do Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento – CPCD, organização não governamental sem fins lucrativos, criada em 1984, em Belo Horizonte-MG. Entre outras várias atividades que exerce atualmente, Tião é presidente do Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento (CPCD) e do Banco de Êxitos S/A, uma organização com fins sociais que articula diferentes projetos comunitários. Tião tem publicado muitos livros e artículos em relação à cultura popular. Foi premiado em numerosas ocasiões.
O CPCD
O Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento (CPCD) é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, fundada em 1984, em Belo Horizonte-MG, com a seguinte missão: promover educação popular e o desenvolvimento comunitário a partir da cultura, tomada como matéria-prima de ação institucional e pedagógica. Razão do êxito do CPCD A razão do êxito das ações do CPCD está apoiada no trinômio: metodologia inovadora, formação de educadores e participação comunitária.
O CPCD já criou e adaptou mais de 2.000 tecnologias a partir do saber popular para uso em escolas e comunidades de baixa renda. Com a pedagogia da roda e projetos como o Bornal de Jogos (que utiliza 150 jogos para o ensino de matemática, português e outras disciplinas na rede pública) e o Fabriquetas (desenvolvimento de produtos com participação da comunidade), o instituto está presente em sete Estados brasileiros (Minas Gerais, Bahia, Maranhão, São Paulo, Espírito Santo, Pará e Amapá) e na África (Moçambique e Guiné-Bissau).
Seus projetos estão em mais de 20 cidades brasileiras e em três países (Angola, Moçambique e Guiné-Bissau). “Aprendi em Moçambique que para educar uma criança é preciso toda uma aldeia. Se a comunidade assumir a responsabilidade por suas crianças, não vai haver mais criança analfabeta neste país. Isso não é uma política de governo, nem de Terceiro Setor, é uma questão ética. E como se mobiliza a aldeia? Juntando o que as pessoas têm de melhor e disponibilizando”, diz Rocha.
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