¿Qué enseñan las familias del S.XXI?

Detalles del evento

Descripción del evento

En esta actividad, hacemos un repaso de las principales competencias en las que los padres deben educar a sus hijos: Movilidad, Ecología, Redes, Reflexividad, Proactividad, Creatividad, así como del papel que debe jugar la tecnología en el proceso educativo en familia.

 

Ponente: Fernando Vidal

 


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Nessa atividade, conversaremos sobre as principais competências que os pais devem educar seus filhos: Mobilidade, Ecologia, Redes, Reflexão, Pró-atividade, Criatividade, asim como o papel que a tecnologia deve ter no processo educativo em família.

 

Palestrante: Fernando Vidal

 


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Muro de comentarios

Comentario de Edith Orieta Fajardo Tasayco el agosto 30, 2013 a las 2:34am

Se dice que la familia se le considera la célula de la sociedad, ésta célula contiene un núcleo que vienen a ser los padres, que se debe cuidar mucho para que se mantenga la unión para que el amor y cuidado para la formación de los hijos.

Entonces siendo la familia el eje fundamental, en este siglo XXI  debe incrementar la confianza  que la educación será  mejor  con el avance de la tecnología y que se debe  tener una cultura digital;  una de las facilidades que se tiene  son las Redes Sociales, se debe sacar mucho provecho de los medios para  despertar en los integrantes de la familia sus capacidades, curiosidades, creatividad;  en algún momento  como padres se preocupan porque sienten  la impotencia hacia la nueva tecnología, es por ello que algunos padres prefieren la educación tradicional. Se puede apreciar en  algunos casos que los hijos enseñan a manejar la computadora  a los padres, en las instituciones educativas también ocurren algo similar que los alumnos enseñan a sus maestros, los maestros o docentes deben ir  también a pasos agigantados con el avance tecnológico  de compartir con los alumnos. Es por ello importante la responsabilidad  paterna para que sus hijos puedan desarrollarse con eficacia  seguridad gracias a las TIC.   

Comentario de Marleny Rengifo el mayo 19, 2013 a las 5:32pm

    La educación es política de Estado. Cierto, pero  que importante es establecer  una interrelación muy estrecha entre Padres, hijos, redes sociales y docentes, esto es  prioritario en el mundo de hoy, especialmente ahora que  llegan a las instituciones  textos escolares con una sola visión, incompletos,  muy pobres en cuanto a calidad de contenidos, disminuir a un libro de 300 páginas  los temas  que deben ser discutidos en un año escolar en cuatro asignaturas científicas, además impartidas por docentes con años de estudios y preparación. Por ejemplo, un  único texto para 5to año de Ciencias,  con temas de Biología, física, Química, Ciencias de la Tierra y hasta matemáticas, algo así como 50 páginas por asignatura, pues no olvidemos Prólogo, dedicatorias, créditos, indices, referencias, etc. es como reducir los conocimientos que deben adquirirse a su más mínima expresión;  por ello es fundamental, valioso e indispensable el intercambio de ideas, consultar otras opiniones, investigar, comparar y llegar a conclusiones, para tener un abanico de situaciones que pueden ser interpretadas nada más colaborativo que las herramientas tecnológicas y el apoyo de la Familia. Si preguntas a los Padres Qué esperas para tus hijos? Coincidiremos en la expresión "Quiero que sea un hombre de bien"  bueno para los demás y bueno para sí mismo, como lograrlo sin el respeto a las  ideas y con limitaciones  de tipo conceptual, procidimental y actitudinal.

Comentario de Maria Joana Brito da S. Montes el mayo 15, 2013 a las 3:05am

A participação conjunta da família, dos educadores, da direção da escola, dos funcionários, enfim, da comunidade escolar pode transformar o quadro de exclusão social que ora presenciamos, através de mecanismos que permitam a comunicação e a viabilização do controle de qualidade, estudando os problemas coletivamente e buscando soluções para saná-los, num movimento constante de ligar e religar os saberes.

Quando se fala em ações contundentes quanto à qualidade, equidade e a formação dos jovens, pensa-se em formação do sujeito e no conceito de respeito à igualdade de direito. O pensamento não se restringe apenas à família, mas à sociedade. Trata-se de um grupo de pessoas que vivem na mesma faixa de tempo e espaço, seguindo normas comuns, unidas por sentimento de coletividade em que o sujeito se encontra integrado.

Considera-se, portanto, relevante acompanhar a complexidade da atualidade e somá-la às tecnologias emergentes e de comunicação e informação que estão cada vez mais contidas no cotidiano. Trata-se de um desafio para os pais e educadores saberem utilizar esses mecanismos, cujo papel é de extrema importância para o desenvolvimento das habilidades cognitivas, capacitando o indivíduo a interagir no mundo globalizado. Para Renato Ortiz (2007, p. 105), no mundo globalizado, os atores secundários (massa popular), na atualidade, são agentes de transformação, transcendem as nações e entrecruzam a contemporaneidade e a globalização. Pressupõe-se que a diversidade de culturas entrelaçadas nos movimentos da atualidade adquire o direito de ser estudada e valorizada.

Hoje, percebe-se a urgência que a família e os educadores estejam atualizados e familiarizados com conhecimentos básicos de computação e internet, que conheçam processadores de texto, correios eletrônicos e mecanismos de busca, para que possam apresentar novas formas de compartilhar, com os jovens, os conhecimentos relevantes a sua formação, quer sejam de conteúdos ou valores para a vida e, a partir daí, criar e recriar propostas educacionais adequadas às vivências da atualidade, ao levá-los a sentir prazer e curiosidade para aprendizagens relevantes.

A tendência está em reaprender a pensar e criar uma nova forma de ler o mundo e suas especificidades, em um saber que organiza e propõe um encontro entre o teórico e o prático, o filosófico e o científico. 

Comentario de Alécio de Andrade Souza el mayo 13, 2013 a las 6:56pm

Vivemos em uma sociedade contemporânea perpassada pela revolução do conhecimento, da informação e de novas tecnologias. Ao mesmo tempo ironicamente, presenciamos o crescente processo de desigualdade social, o que acaba repercutindo diretamente na base familiar.

A família da atualidade, não é nem um pouco parecida com aquela que conhecemos do século passado, composta de pai, mãe e filhos, onde cada um desses membros tinha os seus papéis bem definidos. Encontramos em alguns casos a inversão de tudo, que até então conhecíamos, de valores, de funções, ou seja, onde antigamente se constituía como o papel do pai, ser chefe de família e prover o sustento da casa, hoje acaba ficando em muitos casos, a cargo dos filhos, especialmente aqueles “menores” e “bonitinhos”, pois estes conseguem comover mais fácil as pessoas e conseguir uns trocados nas sinaleiras ao final do dia. Não vou aqui me deter em explicar quais seriam os motivos que levariam essas famílias a chegarem nesta condição social.

E, é este um dos contextos, onde a escola deve intervir, ou seja, não é permissivo e nem coerente, que um pai que em toda a sua vida trabalhou, tenha que ser sustentado por seus filhos, e pior, pelas crianças. A escola tem um importante papel de não só propiciar formação para a cidadania às crianças e adolescentes, como também atingir as suas próprias famílias. inclusão

O setor educacional deve estar atento à realidade social vivenciada pelo aluno, e deve usar de estratégias e instrumentos que possam de alguma forma apontar caminhos para que essas realidades sociais sejam superadas pelas famílias, as quais se encontram em situação de vulnerabilidade social.

Refiro-me aqui aquele velho ditado “Não se deve dar o peixe, mas sim ensinar a pescar”, ou seja, possibilitar de alguma forma, através de projetos sociais, de um trabalho sistemático, de inserção social, de grupos com as famílias, dentre outros, um espaço, onde essas famílias possam se sentir capazes e fortalecidas a ponto de vislumbrar uma outra sociedade, onde seja possível a sua inclusão.

Deste modo, percebe-se que a família nunca esteve tão vulnerável às emergentes problemáticas sociais enfrentadas no seu cotidiano, incumbindo assim, aos trabalhadores da educação, a tarefa de propiciar condições de formação para a cidadania, de autonomia, de acesso e garantia aos direitos sociais, resultantes do processo de oportunidade, ensino-aprendizagem, reflexão e conscientização das famílias envolvidas.

Comentario de Celia Montenegro Biorggio el mayo 5, 2013 a las 1:36am

Estoy de acuerdo con Nilda, Ondina , Jakeline y todos los participantes que sostienen que la base de la familia es la comunicación, el diálogo, la formación en valore y que ella es parte esencial de la educación que dura toda la vida...se va transmitiendo de padres a hijos.

Seguimos

Comentario de Celia Montenegro Biorggio el mayo 2, 2013 a las 5:43pm

Para reflexionar

Comentario de mónica el mayo 1, 2013 a las 2:24am

de los eventos que son presenciales, tienen algun costo?, y hay alguna certificacion que van a entregar?

Comentario de Nilda Beatriz Sena el abril 24, 2013 a las 12:28am

El aprendizaje es un proceso vital que dura toda la vida, es una historia compartida entre familia y sociedad. En la medida que entendemos que cada persona es resultado de factores múltiples, entre los que estamos los adultos, integrantes de las familias; más exitosa será la educación de los niños y jóvenes.

Comentario de ONDINA DOS ANJOS LÚCIO DA SILVA el abril 22, 2013 a las 3:30am
A familia é parte essencial para a educaçao da criança junto a escola. A criança gosta quando a familia participa de sua vida escolar ela sente orgulho de mostrar aos amiguinhos que sua mamae ou seu papai esta la, muito ao contrario do que mauita familia pensa
Comentario de Jakeline Vergara Contreras el abril 18, 2013 a las 5:01pm

Ante todo los padres debemos enseñar a nuestros hijos los valores ya que estos se han ido perdiendo, la base de esta enseñanza es el dialogo continuo, es el camino para iniciar un buen proceso de aprendizaje concientizandolos de lo que pueda ser bueno y perjudicial para ellos.

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