¿Cuáles son las principales habilidades de un líder?

¿Qué sabe sobre Sentido de Autoeficacia? ¿Y sobre Sentido de Eficacia Colectiva?

¿Qué cambios en las escuelas sucedieron de forma muy exitosa? ¿Conoce algún caso de éxito?

Liderança: Dom inato ou Competência?

Quais são as principais habilidades de um líder?

O que você sabe sobre Sentido de Autoeficácia? E sobre Sentido de Eficácia Coletiva?

Que mudanças de sucesso aconteceram nas escolas? Você conhece algum caso desses?

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Respuestas a esta discusión

El liderazgo es una competencia; por ende, se va logrando en la medida en que se interrelaciona con su entorno, desarrollando fundamentalmente el lenguaje y en éste, la lengua y a su vez, en ésta, la capacidad de habla; o mejor dicho, la oratoria. Pues, como el líder marcha siempre a la cabeza, adelante, a la vanguardia, tiene que dirigir, conducir, guiar, hablando. Al hacer la dirección en forma escrita, tiene que manejar su idioma de manera ortográfica así como también de forma electrónica, debe usar su código lingûístico con propiedad y corrección.

El ser lider es enfatizar con el ente educativo ser ejemplo de ello sin restriccion alguna en formacion de valores .

Por ello es algo innato se desarrolla con el paso del tiempo en ciertas circunstancias en donde labore.

Bom dia a TODOS!

Desculpe, Fanny, demorei um pouco a responder pois tive dificuldades em compreender o que vc escreveu. Você mencionou um fator considerado essencial para um líder: "ser exemplo". Muitas são as teorias e modelos que destacam os efeitos causados pelo líder quando este AGE de acordo COM O QUE FALA. Bandura faz a seguinte análise deste processo de influência:

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PROCESSO DE INFLUÊNCIA DO LÍDER PELO EXEMPLO

As Crenças de Eficácia são um mecanismo de auto-regulação humana. Esta regulação ocorre através de 4 processos principais:

  1. Experiências de Domínio - o que já fiz bem feito me dá segurança de que posso ser bem-sucedido novamente
  2. Modelagem (EXEMPLO) - Vendo pessoas similares vencerem através do esforço perseverante, surgem crenças como observador de que elas, também, têm as capacidades de dominar actividades comparáveis (Bandura, 1986; ...).   Da mesma forma, a observação de outras pessoas fracassarem apesar de empreenderem grandes esforços faz baixar o julgamento da própria eficácia e mina seu nível de motivação (Brown Inouye, 1978). O impacto da modelagem nas crenças da eficácia pessoal é fortemente influenciado pela similaridade percebida em relação ao modelo. Quanto maior a similaridade assumida, mais persuasivo se torna o sucesso ou o fracasso do modelo. Se as pessoas percebem que os modelos são muito diferentes deles, suas crenças de eficácia não são muito influenciadas pelo comportamento do modelo nem com os resultados alcançados.
  3. Persuasão Social - Pessoas que sejam persuadidas verbalmente de que têm capacidades de dominar alguma actividade mobilizam provavelmente mais esforços e tem mais chance de obter sucesso.
  4. Estados Físico e Emocional - As reacções de stress e tensão são interpretadas como sinais de vulnerabilidade para um fraco desempenho

Bandura, A. (1995). Exercise of Personal and Collective Efficacy in Changing Societies. In Self Efficacy in Changing Societies – p. 1-45. Cambridge: University Press.

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Algum de vocês já viveu essa experiência?

Grande abraço a todos!

Elizabeth Schau

     Olá a todos!

    Esse tema é ousado. É, de fato  precisamos agir para haver a mudança dentro da educação e esse caminho é através da liderança e união com membros da comunidade educacional.

     O líder tem autoridade de liberdade em sua função, almeja ser auto eficaz, ou seja tem um domínio em sua personalidade e  habilidade.

     Podemos mencionar que houve mudança em relação a forma de se apresentar o conteúdo programado, através da tecnologia. É de suma importância ressaltar a tecnologia nos centro educacionais, assim, o cognitivo dos discentes ficaram mais aptos a interação do conteúdo.

    O líder nada mais é um VISIONÁRIO!          

     Buenos días.

Considero que hay algunos que nacen líderes y otros que se hacen por propia voluntad El punto está en que en ambas circunstancias es necesario desarrollar continuamente competencias y  cualidades útiles al entorno en que se ejerce,sin priorizar el propio interés,en nuestro caso es  la escuela.Escuché hace mucho tiempo una frase que decía;"Las palabras convencen pero los ejemplos arrastran"por eso hay líderes que trascienden en el tiempo y otros descienden.

     

Si es cierto el ejemplo perdura es el ideal para ser líder y trascender, ser innato o lo desarrollas como si lo percibieras desde ya.

El líder es el ente que tiene esa empata a nivel de ente.

Buenas noches a todos!!!

Oscar, você levanta uma questão central que significa uma grande barreira à prática da liderança: O INDIVIDUALIMO. Você escreveu:

"(...) desarrollar continuamente competencias y  cualidades útiles al entorno en que se ejerce sin priorizar el propio interés"

O INDIVIDUALISMO

O comportamento individualista predominante na sociedade atual teve origem na Revolução Industrial (séc XVII), foi validado pela filosofia capitalista de Adam Smith e reforçado fortemente pelas teorias de Charles Darwing sobre a Evolução das Espécies. Este naturalista inglês difundiu os resultados das suas pesquisas que demonstravam que, na natureza, ocorria uma "seleção natural" onde os "mais fracos" eram eliminados como indivíduos e como espécies.

Infelizmente a sociedade capitalista se apropriou indevidamente das teorias de Darwin, para justificar as diferenças e injustiças sociais. Com isso passamos de uma sociedade colaborativa uma sociedade competitiva.

RECOMENDO

Quaresma, M. C. (1997). Competição e Cooperação entre as Pessoas no Trabalho e sua Influência na Produtividade Empresarial. Dissertação de Mestrado. FGV. Rio de Janeiro. Brasil. Disponível em

http://bibliotecadigital.fgv.br/dspace/handle/10438/3565  Acesso em 11 02 2013

Boa leitura!

Saludos

Elizabeth

Buenas noches!

Concordo plenamente com a sua opinião, Roldan!

A capacidade de comunicação do líder é fundamento essencial do seu trabalho. Acrescento, ainda, que é neste aspecto que o ser humano tem mais dificuldade em desenvolver suas habilidades. Nós tendemos a NOS COMUNICAR MUITO MAL!!!

O PROCESSO COMUNICATIVO DO LÍDER

Um autor que descreve muito bem os aspectos centrais do processo comunicativo do líder é o psicólogo canadente Albert Bandura, através da sua Teoria Social Cognitiva e da percepção de auto-eficácia.

A raiz da palavra eficácia significa “ter o poder de produzir um efeito desejado”. (Sergiovanni, 2004). Segundo Bandura (1986, apud Bzuneck, 2000) auto-eficácia significa “um julgamento das próprias capacidades de executar cursos de ação exigidos para se atingir certo grau de performance” De uma outra forma, Bandura define, ainda, a auto-eficácia como:

 

“(...) um processo cognitivo a partir do qual as pessoas constroem as crenças acerca da sua capacidade para agir com um determinado nível de consecução, as quais influenciam a forma como as pessoas persistem face aos obstáculos, a sua elasticidade quando lidam com situações de insucesso e o nível de stress e de depressão que experimentam quando lidam com situações exigentes.”

Bandura (1977 apud Onofre, 2000, p. 6)

 

O líder actua, portanto, através da influência sobre a auto-regulação dos seus liderados, promovendo confiança e segurança e ajudando a “derrubar barreiras” que funcionam como entraves à aceitação e execução de mudanças. A auto-eficácia é um dos mecanismos que regulam a acção humana e a liderança deve interferir positivamente no sentido incrementar a auto-eficácia percebida dos membros do grupo.

Vamos em frente!

Saludos!

Elizabeth

Bzuneck (2000) A Crença de Auto-Eficácia dos Professores. Disponível em http://mx.leg.ufpr.br/lib/exe/fetch.php/projetos:educacao:bzuneck1.pdf . Acesso em 11-02-2013)

Onofre, M. (2000) Conhecimento Prático, Auto-Eficácia e Qualidade de Ensino – um Estudo Multicaso em Professores de Educação Física. Dissertação de Doutoramento. Universidade Técnica de Lisboa. Portugal.

Sergiovanni, T. J. (2004b). O Mundo da Liderança. Porto: Edições Asa.

   Olá  Elizabeth Schau  !

   Foi interessante quando você mencionou : "promovendo confiança e segurança e ajudando a “derrubar barreiras” ".

   O líder INSPIRA as pessoas, despertando nas pessoas ao seu redor, as várias habilidade que se deve ter para trabalhar com a juventude: CRIATIVIDADE, OUSADIA, ATUALIDADE etc.

   E, a capacidade de comunicação de um verdadeiro líder deve chegar a todos de maneira que ecoam para as pessoas! 

  

buenas tardesa tod@s.. Creo que el lider nace y se desarrolla a lo largo de la vida  y en diferentes áreas, he visto líderes en muchos sitios y en muchos colectivos, pero ciñendonos al aspecto educativo y a la capacidad necesaria de liderazgo de un direct@r de cenntro educativo... tiene que ser capaz de cohesionar al claustro de forma que sea un grupo que colabore y ser capaz de solventar los problemas que siempre surgen, en cualquier grupo de trabajo,integrando a todos sus miembros con mayor o menor responsabilidad, pero haciendoles participes del hecho de educar y trasmitir entusiasmo con ello.

El lider-direct@r tiene que saber como ser un buen gestor de todos los medios de los que dispone, de los recursos humanos y técnicos del centro y debe ser capaz, ademas, de saber trasmitir bien de forma directa su mensaje, para evitar que nadie se sienta rezagado o "solo" tanto en el claustro como en el centro, integrando tambien en el devenir del centro a toda la comunidad educativa, es decir a los padres y madres junto con el alumnado., para que el centro tenga vida y los compartimentos de la participación de la vida del centro sean claros. Reuniones con representantes de alumn@s y de padres para saber sus expectativas y necesidades e incorporarlas a las reuniones de claustro escuchando y atendiendo para trasmitir mejor una parte muy importante y que debe colaborar con el profesorado en la consecución de sus fines. Para ello debe contar con mucha capacidad de gestión en recursos y conocimiento del tema docente. aunque en españa en las últimas décadas  elegimos al director desde el seno del Consejo Escolar previo paso del candida@ por una selección por parte de la Administracción Educativa, creo que esta forma debe de cambiar ya que al salir del  seno del propio claustro el direct@r si hay conflicto de intereses, al retornar al mencionado claustro hay problemas a veces y hay hasta que cambiarle de centro por la disfunción en el grupo. Es cierto que hay una gran mayoría de director@s consolidados en nuestro pais, pero tambien, a punto de jubilación, por ello y para evitar las luchas de poder en el seno del claustro, tras largos años de acomodo de un direct@r  a veces se crea una relación tóxica dentro del centro, el cambio de metodología de elección, se hace, a mi entender, necesario y hay que ver otras formas de elección que satisfagan a tod@s por el bienestar del alumnado y del grupo de docentes, del grupo en si. Hay casos de centros que, debido a estos cambios "revulsivos " padecen una interinidad de dirección durante varios años que nada benefician a la tan necesaria cohesión de un grupo de trabajo y maxime si es de un centro educativo... debemos llegar a acuerdos entre todas las partes, para darle una solución a la forma de elección de direct@r y de lider en este cambio educativo que algunos deseamos y que es necesario y no hablo  solo de resultados que tambien, sino de formas de trasmitir y de educar sacando y desarrollondo las capacidades del alumnado y potenciando el trabajo coordinado del propio centro.

OLá a todos, riquissima e muito importante a discussão aqui sobre liderança.

Tenho algumas dúvidas sobre o fato de nascermos líderes e mais certezas sobre o fato de desenvolvermos liderança, não apenas por meio de estudos teóricos, mas também por termos a referência de alguns líderes importantes.

Desde que nascemos temos como líderes, nossos pais, pessoas que "cuidam" de nós e nossos professores, dentre outros. Por isso aumenta a responsabilidade de todas essas pessoas em nossa formação. Em quais modelos temos nos espelhado quando falamos de liderança? Quais as características das pessoas que nos lideram?

Quais as características que um gestor deve ter como líder e de que forma pode desenvolver a liderança dos professores e estes de seus alunos?

Gracias

Mary Grace 

COMO LIDERAR?

Caros Colegas!

Olá, Mary! É um prazer recebê-la neste Fórum.

Suas dúvidas são comuns à maioria dos estudiosos da liderança. Numa tentativa diminuir as suas dúvidas, destaco abaixo um trecho da minha investigação sobre liderança.

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O tema da liderança tem sido larga e profundamente estudado em diversos países. Embora os líderes tenham sido destaque ao longo da história, a pesquisa científica sobre os aspectos que envolvem a liderança começou a ser alavancada em meados do século XX. O fenómeno da liderança tem sido alvo de muitas análises e interpretações e frequentemente é associado à necessidade de mudanças; justifica-se, portanto, que tenha despertado interesse científico naquela altura por se tratar do início de um período de turbulências causadas por grandes e aceleradas mudanças tecnológicas e sociais. Vivemos, desde então, neste cenário de contínuas inovações e necessárias adaptações do homem e das organizações, o que parece demandar uma crescente actuação dos líderes. As transformações contemporâneas encontram-se inseridas em processos de desenvolvimento não lineares e de alto grau de complexidade. Por esse motivo, também dos líderes é esperado um desempenho de alto nível. Segundo Petráglia (2000), o termo latino complexus significa “o que é tecido junto”. Para Fullan (2003), quanto mais complexa se torna a sociedade, mais sofisticada deve ser a liderança.

 

Embora muito já tenha sido feito para se descobrir padrões e tentar estabelecer mecanismos de controlo sobre os comportamentos do líder, muito ainda há que se clarificar em relação ao tema; não existe, sequer, um consenso entre os teóricos e pesquisadores sobre a definição do que é a liderança. Um grande número de teorias e modelos vêm sendo desenvolvidos ao longo das últimas décadas com o objectivo de compreender, controlar e sistematizar o fenómeno da liderança.

A respeito das múltiplas definições existentes, Penner (2002) em sua Revisão Literária sobre Liderança refere que

“na verdade, uma definição definitiva parece estar ainda mais distante do que nunca com o debate sobre liderança tendo seus periféricos se ampliando e suas bordas em constante expansão” (p. 8).

 

Diante do desafio de tentar conceituar o que é a liderança, optei por colectar as definições e as referências que, de alguma forma tinham o propósito de explicá-la ou de lhe atribuir significado. Veja:

Autor

Referências explicativas sobre a liderança

Stogdill

(1999 apud Longaray e Giesta, 1999, p. 3)

“O que foi encontrado sugere que a liderança não é uma questão de um status passivo ou de mera posse de um conjunto de traços. A liderança aparenta ser uma relação de trabalho entre membros de um grupo no qual o líder adquire status através da participação ativa e da demonstração de sua capacidade em levar tarefas à contemplação.”

Tucker

(2002, p.97)

“Liderança não tem a ver com poder. Liderança não tem a ver com posição. Liderança tem a ver com influência. Liderança tem a ver com mudança. Além disso, liderança não é Boa ou Má, propriamente dito.”

Gardner

(1990 apud Penner 2002)

(liderança significa) “O processo de persuasão ou exemplo através do qual um indivíduo (ou equipe de liderança) induz um grupo a lutar por objetivos mantidos pelo líder ou compartilhados pelo líder e seus seguidores.”

Robbins

(1999, p.219)

“Liderança é a capacidade de influenciar um grupo em direcção à realização de metas, podendo os líderes surgir de dentro de um grupo ou por indicação formal para liderar o grupo.”

Chan Kim e Mauborgne.

(1992 apud DuBrin, 2003, p. 264)

(liderança significa) “...a habilidade de inspirar confiança e apoio entre as pessoas de cuja competência e compromisso depende o desempenho.”

Bennis

(2001 apud Penner, 2002, p.8)

“Liderança é uma função de se conhecer, ter uma visão que seja bem transmitida, criar confiança entre os colegas, e tomar medidas efetivas para realizar o seu próprio potencial de liderança.”

Será que consegui ajudar? Ou aumentaram as suas dúvidas? kkk

Grande abraço,

Elizabeth

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Penner, D. S. (2002) Revisão Literária sobre Liderança. Revista NICE Journal. Ano 4, n. 1. Centro Brasileiro de Estudos da Liderança. Universidade de Santo Amaro. Brasil. Disponível em http://www.unisa.br/cbel/artigos04/09_david_penner.pdf

Petráglia, I. C. (2000) Complexidade e Auto-Ética. Eccos Revista Científica. Junho/2000, n.1, v.2, p. 9-17. São Paulo: Universidade Nove de Julho. Disponível em: http://redalyc.uaemex.mx/src/inicio/ArtPdfRed.jsp?iCve=71520103

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