-¿Cómo percibimos el mundo? ¿La percepción es la misma para todos?, ¿por qué?

-¿La especie humana surge en la colaboración o en la competencia?

-¿Cuál es la clave para hacer de nuestras comunidades educativas espacios de aceptación del otro, de desarrollo emocional y de formación humana?

 

- Como percebemos o mundo? A percepção é a mesma para todos? Porquê?

- A espécie humana surge na colaboração ou na competência?

- Qual é a chave para fazer de nossas comunidades educativas espaços de aceitação do outro, de desenvolvimento emocional e de formação humana?

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Respuestas a esta discusión

Segundo Humberto Maturana, “Sem aceitação e respeito por si mesmo não se pode aceitar e respeitar o outro, e sem aceitar o outro como legitimo outro na convivência, não há fenômeno social“ (MATURANA, 2001, p. 30). Ao refletir sobre tal afirmação, tende-se a aprofundar conhecimentos sobre dinâmica do relacionamento entre si e o outro e o ambiente em que se vive. O desafio trata-se, emergencialmente, de pressupostos conceituais e críticos capazes de promover a produção de conhecimentos em prol de uma educação mais inclusiva e humana. Com isso, ao valorizar a diversidade cultural e o meio em que vive, o educador recria uma educação capaz de acolher diferenças e passa a modificar sua prática.

Abraços a todos

Joana Montes

www.educaprojetos.blogspot.com

Muito legal, Maria Joana! é importantíssimo valorizar a diversidade cultural e levar em conta as realidades de cada caso. Numa mesma cidade, cada escola é única e tem realidade e cultura diferentes das outras e é preciso levar isso em conta para a ação.

A educação passa a ser pensada, nessa perspectiva, como algo que eleva o desenvolvimento do ser humano. Portanto, pensa-se em educar o sujeito para sobreviver às adversidades do contemporâneo. Trata-se de um compromisso social.

O pensar predomina como resposta às rupturas culturais e ao entrelaçar das mesmas. Vê-se uma nova forma de educação ao considerar as relações entre os sujeitos e o respeito à diversidade, ao articular aspectos socioculturais, políticos e econômicos, mediante ações contundentes e eficazes.

Maria! Não apenas para sobreviver às adversidades, mas para suprimir as exigências da sociedade e do mercado de trabalho, né? :)

Sim! Mudamos o olhar de um "problema considerado biológico" para uma "questão meramente cultural, social". Muito interessante e relevante aceitar o outro em sua condição em si, independemente de nossas diferenças físicas. Isso muda toda uma prática, muda-se um paradigma pois as abordagens pedagógicas não podem ser as mesmas.

Refletindo sobre a fala da Profª Maria Elena

Concordo com a fala da professora, pois entendo que o contemporâneo exige que o homem aprenda a ler o mundo em contato com o outro. Tais aprendizagens precisam ser decodificadas e transformadas em “novos” conhecimentos. Nesta perspectiva, percebe-se que o sujeito tem que adquirir a habilidade de ver, ouvir e falar sobre as imagens experimentadas ao longo de sua história, de modo a atender à complexidade da diversidade do mundo globalizado.

Vê-se a possibilidade de criar, através do processo de ensino aprendizagem, uma sociedade mais humana e sensível. A sensibilidade pode ser definida como a capacidade de experimentar as imagens que o mundo oferece e a imaginação/intuição vem da possibilidade de transformar as cenas percebidas no mundo em outras leituras.

Joana Montes

Continuando o pensamento:

Da interação entre os sujeitos e o pensar sobre o mundo, o homem observa e descreve caminhos ao encontro do sujeito social, e a escola se resume em um ambiente de ensino aprendizagem e de relações sociais.

Morin pensa que:

 

Religar e problematizar caminham juntos. Se eu fosse professor tentaria religar as questões a partir do ser humano, mostrando-o em seus aspectos biológicos, psicológicos, sociais. Deste modo, poderia chegar às disciplinas, mantendo nelas a relação humana e, assim, atingir a unidade complexa do homem (MORIN, 2007, p. 69).

 

A adoção de estratégias mais participativas tem por objetivo a valorização da escuta como vetor da aprendizagem significativa.  O ato de educar é um ato ético de abrir caminhos. No entanto, para que haja formação, tem-se que pensar o mundo, ou seja, formar ideias concebidas a partir das vivências. Portanto, cidadania não se forma na ignorância. A escola é um espaço fértil, de afeto, de competências, de ideologias, de conhecer e de aprofundar.

Joana Montes

http://lantec.fae.unicamp.br/inova2013/images/trabalhos/artigos/3.pdf

Torna-se imprescindível que o homem adquira a capacidade de contextualizar e resolver problemas, ao mesmo tempo em que estabelece comportamentos e procura relações sociais saudáveis. Na cultura atual, os códigos vivem uma polissemia, ou seja, multiplicidades de efeitos e sentidos. O aqui e o agora podem mudar de posição a qualquer momento e os resultados são opostos de acordo com a visão de cada sujeito, que compreende os discursos dependendo do seu conhecimento global.

O conhecimento ocorre dentro e fora da escola e o desafio da educação contemporânea está em refletir e reconhecer-se como parte expressiva do universo humano. O contemporâneo exige que a educação seja transformada, organizada e inovadora. Portanto, envolver-se com a aprendizagem e fazer pulsar o interesse do sujeito.

Para que os educandos possam ter pulsão, ou seja, desejo pelo conhecimento, o educador tem que saber suas histórias de vida e reconhecer os mesmos como seres humanos, levando em consideração suas diferenças. Nesse pensar, introduzem-se conhecimentos significativos que despertam o interesse pelo processo de ensino aprendizagem, pela diversidade e pela humanização.

Considera-se relevante acompanhar a complexidade da atualidade e somá-la às tecnologias emergentes e de comunicação e informação que estão cada vez mais contidas no cotidiano. Trata-se de um desafio para o educador saber utilizar esses mecanismos, cujo papel é de extrema importância para o desenvolvimento das habilidades cognitivas, capacitando o indivíduo a interagir no mundo globalizado. Para Renato Ortiz[1] (2007, p. 105), no mundo globalizado, os atores secundários (massa popular), na atualidade, são agentes de transformação, transcendem as nações e entrecruzam a contemporaneidade e a globalização. Pressupõe-se que a diversidade de culturas entrelaçadas nos movimentos da atualidade adquire o direito de ser estudada e valorizada.

Portanto, a tendência está em reaprender a pensar e criar uma nova forma de ler o mundo e suas especificidades, em um saber que organiza e propõe um encontro entre o teórico e o prático, o filosófico e o científico. Portanto, requer-se formar procedimentos que unam homem e ciência na educação contemporânea, através de uma proposta atual que faça vivenciar a produção do conhecimento.



[1] Renato Ortiz, graduado em Sociologia na Universite de Paris VIII, em 1972. Fez mestrado em sociologia, também em 1972, e doutorado em Sociologia/Antropologia, em 1975, na École dês Hautes Études en Sciences Sociales. Atualmente é professor titular da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).

Os computadores, a internet, os videoclipes e uma infinidade de mecanismos tecnológicos, quando inseridos no cotidiano escolar, contribuem significativamente para ampliar conhecimentos através de pesquisas, jogos e informações. Tais suportes oferecem oportunidades significativas aos docentes.

Abraços

Joana Montes

 

Professora Maria Elena fiquei maravilhada com sua fala. Você é iluminada.

Abraços

Joana

Pessoal,

A Professora María Elena Malachias estará conosco no evento presencial do Tema 9 em São Paulo, dia 25 de novembro. Confiram e participem!

As inscrições estão abertas: http://encuentro.educared.org/page/eventos-presenciales-tema-9

Nos vemos lá!

Demais, pena que vou perder essa! :(

Já fiz minha inscrição. Estarei lá.

Abraços a todos

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