-¿Cómo pueden los profesores compartir, comunicar, y desarrollar un proyecto común en su centro?

-¿Cómo nos comunicamos con nuestro entorno? ¿Nos comunicamos verdaderamente?

 

-Como os professores podem compartilhar, comunicar, e desenvolver um projeto comum em seu centro?

-Como nos comunicamos com nosso entorno? Nos comunicamos verdadeiramente?

 

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Respuestas a esta discusión

Prezado Eládio,

A situação no Perú não é diferente daquela que presenciei em outros países. Mas, se existe um projeto nacional e professores que têm consciência da distância entre escola e família, se ha educadores que querem modificar tal situação e contribuir para a instituição de comunidades de aprendizagem, mão à obra!

Se desejardes, poderemos estabelecer intercâmbio entre escolas. No Brasil, acompanho muitas escolas onde a inovação , discreta e humildemente, acontece.

Recebe o meu fraterno abraço.

José Pacheco

Buenos días! Nos gustaría invitar a todos a seguir con las reflexiones sobre la importancia de la comunicación en los centros educativos y intercambiar opiniones y ideas sobre ese tema en la sexta sesión del taller en vivo con Mª Jesús Mata, hoy a las 17h (España) / 13h (Brasil). En el taller hacemos un recorrido sobre los procesos comunicativos verticales y horizontales que se dan entre los agentes de los centros educativos. Los objetivos de este taller son: comprender la trascendencia de la comunicación interna en el establecimiento de relaciones entre las personas que trabajan en el centro educativo, conocer los principales medios de comunicación, tradicionales y nuevas tecnologías, que posibilitan la comunicación interna operativa y motivacional, distinguir las redes de comunicación formal e informal y aprender a realizar un plan de comunicación interna.

Te animamos a visualizar el material recomendado antes de asistir al taller.

Hoy, a las 17h (España) / 13h Brasil. Taller en vivo con Mª Jesús Mata sobre Comunicación interna en el centro educativo.

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Bom dia! Gostaríamos de convidar a todos para continuar com as reflexões sobre a imporância da comunicação nos centros educativos e intercambiar opiniões e idéias sobre esse assunto na sexta sessão da Oficina ao vivo con Mª Jesús Mata, hoje às 17h (España) / 13h Brasil (horário de Brasília). Nessa oficina conversaremos sobre os processos comunicativos verticais e horizontais que acontecem entre os agentes educativos. Os objetivos dessa oficina são: compreender a transcendência da comunicação interna no estabelecimento de relações entre as pessoas que trabalham no centro educativo, conhecer os principais meios de comunicação, tradicionais e novas tecnologias, que posibilitam a comunicação interna operativa e motivacional, distinguir as redes de comunicação formal e informal e aprender a realizar um plano de comunicação interna.

Convidamos você para realizar as leituras recomendadas (em espanhol) antes da oficina.

Hoje, às 17h (Espanha) / 13h Brasil (horário de Brasília). Oficina ao vivo com Mª Jesús Mata sobre Comunicação Interna no Centro Educativo.

Fico grato pela informação recebida. Infelizmente, estava em viagem pelo Brasil profundo das escolas... e não pude participar no evento.

Abraço fraterno.

José Pacheco

Dar respuesta  a cual es nuestra razón de ser en las Instituciones educativas (misión) nos permitirá fijar un horizonte determinado, es decir elaborar una propuesta (plan/proyecto) involucrándonos todos para la consecución del fin último. Si logramos involucrarnos, hablaremos el mismo lenguaje trabajando colaborativamente en pos de un proyecto común.Lo que sí esta ausente en las instituciones es una verdadera comunicación, que debe ser un reto a superar  de inmediato. 

Concordo contigo, prezado Carlos. Infelizmente,ainda não acontece verdadeira comunicação na maioria das nossas escolas. Para ajudar a superar a situação, eis mais um textinho, para ajudar a reflexão. Creio que os textinhos, que aqui vou deixando, talvez possam ajudar mais do que "respostas"...

Recebe o meu fraterno abraço.

José Pacheco

 

 

O Miro (pode ser este o fictício nome do jovem) percorreu a via-sacra de várias escolas, até chegar àquela, por recomendação de uma técnica de serviço social e de uma psicóloga. O seu calvário académico incluía várias passagens pelo ensino especial e por outros padecimentos.

Um professor aproximou-se do jovem recém-chegado e propôs-lhe que escrevesse as suas primeiras impressões da nova escola.

- Não sei, não sou capaz, não faço. E você não me pode obrigar!...

O professor insistiu com jeitinho. Mas…

- …Mas eu não sou obrigado a fazer. Você num manda em mim. Você não é meu pai!

O professor era dos teimosos, mas logo ouviu a sugestão:

- Ponha-me lá fora. Na outra escola, quando me portava mal, punham-me lá fora. Marque-me uma falta e pronto!

O Miro não sabia que só estava carente de firmeza e carinho. O pai não poderia dar-lho porque, há muito abandonara a família. A mãe “já não tinha mão nele e que nem pensasse tocar-lhe”. Professores, a julgar pelo condicionamento que nele se tinha operado, poucos teria encontrado pelo caminho. O Miro tinha passado sete anos sozinho em casa e outros tantos na escola, e deixara de acreditar ser possível aprender:

- Você não sabe que eu, na outra escola, só tinha aulas de Moral?

À quarta tentativa de persuasão, quando lhe pediram que fizesse algo de que ainda se lembrasse, o Miro pediu-lhe que o dispensassem da tortura da escrita e lhe “ditassem umas contas, mas só de dois números”, pois apenas se recordava (e mal) das contas de somar e de diminuir.

Todas as escolas deveriam ser espaços produtores de culturas singulares, mas também espaços de múltiplas interações, comunicação, cooperação, partilha... Sabemos que não é bem assim. As escolas são, quase sempre, espaços de solidão. O trabalho dos professores é um trabalho feito de solidão e a solidão dos professores é da mesma natureza da solidão dos alunos – professores e alunos estão sozinhos nas escolas.

Decorridos dois meses, o Miro já escrevia algumas frases, já fazia as suas preparações no laboratório das Ciências, até já lia palavras em… Inglês! E foi a professora de Inglês que protagonizou um episódio que viria a influenciar o curso da recuperação do Miro.

Perante uma atitude menos correta do Miro, a professora repreendeu-o. Porém, apercebendo-se das nefastas consequências da reprimenda num momento ainda tão frágil da reciclagem dos afetos, emendou a mão como pôde, explicou-lhe o essencial da asneira, e pediu desculpa ao Miro pelo exagero posto na repreensão.

- Aqui, os professores pedem desculpa? – inquiriu o Miro, estupefacto.

- Claro – respondeu a professora de Inglês.

O Miro reagiu com um esgar de espanto, deu uma volta e seguiu viagem, para que a professora não visse que pela sua cara passeava a manga da camisola com que limpava uma lágrima teimosa.

Poderia aqui trazer dezenas de casos semelhantes, muitas histórias de crianças recuperadas nesta escola de última oportunidade. A história da Ana liberta de quatro anos de degredo num fundo de sala, rotulada de burra. A do Francisco, que, chegado à nova escola, desatou aos pontapés nos novos colegas, a cuspir e a insultar, por ser a gramática que secretamente aprendera em três anos de insultos e humilhações. O Eduardo, após meses de privação de recreio, só porque o seu braço doente o impedia de acompanhar a turma na escrita de carreirinhas de letras. O Joaquim, que se gabava de, na outra escola, “ter posto um professor no hospital”. O Pedro, o choro em forma de criança nos primeiros dias na nova escola, porque, se já sabia ler quando entrou para a antiga, foi forçado a esquecê-lo e a “acompanhar o resto da classe”, acumulando cansaços e desgostos que, face ao estado em que chegou, quase diríamos ser possível a uma criança odiar. Do órfão ao maltratado, chegam encaminhados por instituições de reinserção social, chegam de lugares distantes, com marcas de violência e experiências de indiferença, que é a pior forma de abandono. Estavam sozinhos na escola.

 

-¿Cómo nos comunicamos con nuestro entorno? ¿Nos comunicamos verdaderamente?

La comunicación con nuestro entorno es hoy tan diversa como los motivos por los cuales se realiza. El día de hoy, la comunicación ha adoptado formas diversas y en algunos casos complejas para aquellos sujetos quienes han sufrido un aislamiento tecnológico de carácter obligatorio o electivo. 

Ahora bien, el proceso comunicativo ha sufrido transformaciones con respecto a los canales e inclusive, los códigos, pero en esencia sigue siendo lo mismo. Si hace años atrás la radio y la televisión se consideraron inventos que destruirían la comunicación (sobre todo la TV) hoy día podemos decir que ello no ha ocurrido. Es más, la actual tecnología tampoco lo ha logrado.

Lo que sí es posible decir, es que cada invento ligado a la comunicación ha transformado sus canales con respectivos aspectos positivos y negativos. Claramente, ello no representa una carga mortal a la comunicación en sí, es decir, no podemos decir que la comunicación se ha destruido ya que ello sería a lo menos, una falacia.

Saludos!!

Amigos, com todo o respeito pela opinião que manifestais, ouso discordar. Nunca dispusemos de tantos instrumentos de comunicação e nunca tão sozinhos estivemos. No silêncio das casas, cada qual com o seu laptop, alheio ao próximo: No anonimato das salas de aula, com ou sem novas tecnologias, na ausência de sujeiros, objetos viciados no velho e obsoleto modelo de escola competitiva. Nas redes sociais, na ilusão de comunicar...

Acredito no potencial das novas tecnologias e na possibilidade de as colocar ao serviço da humanização da escola, se a introdução das novas tecnologias de COMUNICAÇÃO for acompanhada de uma mudança de paradigma educacional, se a escola se reconfigurar como uma efetiva COMUNIDADE  de aprendizagem. 

Será isto o que está a acontecer? Ou estará a acontecer uma adoção acrítica das novas tecnologias, que poderá reforçar a solidão da velha escola?  

Recebei o meu fraterno abraço.

José Pacheco

¿Cómo pueden los profesores compartir, comunicar, y desarrollar un proyecto común en su centro?

La respuesta fácil es elaborar una lista interminable de recursos y plataformas que podrían servir para elaborar proyectos en común de índole diversa. La cuestión es determinar ¿cómo pueden hacerla de forma eficaz y eficiente?

No importan tanto los medios a través de los cuales coordinaremos un proyecto como los recursos humanos y el tipo de gestión que exista en el grupo. El liderazgo dentro de un grupo nunca debe sustituir el trabajo horizontal y la colaboración entre iguales. El liderazgo debe ser distribuido de forma inteligente consiguiendo implicar al resto de componentes, dejando constancia que todo miembro posee la misma importancia en cuanto al trabajo que se desarrolla.

Amigos, agradeço com mais um textinho...do qual sabereis extrair as metáforas.

Abraço fraterno.

José Pacheco

 

A OUTRA

Naquele tempo, a generosidade de alguns professores multiplicou-se e despontaram projetos, ainda que lhes não dessem esse nome.

Foi então que passei uma tarde naquela escola. De sala em sala, partilhei o trabalho de cada professora, procurei ajudar a transformar desejos em possibilidades, auscultei dificuldades.

À primeira ouvi: "Isso de projetos é muito bonito, mas... e as outras? Como é?" A segunda professora despediu-se de mim com o seguinte recado: "Não te iludas, Zé! Há sempre quem não faça, nem deixe os outros fazer." A terceira: "Sabes, Zé, por mim, até nem há problema. Mas há outras que..." À saída da última sala, idêntico comentário: "Querer, eu até quero! Mas tu percebes, concerteza, que há quem não queira!"

Esperei pelo fim das aulas. Tinha sido convidado para participar na reunião do conselho escolar. Sentei-me com as quatro colegas à volta da mesa, na exígua sala dos professores. Dado o silêncio e a atitude de escuta, supus que aguardavam que eu começasse. E eu comecei: "Já estamos todos? São só quatro as professoras na vossa escola? Não falta mesmo ninguém?" Onde está "a outra"?

Este episódio ajuda a entender a inutilidade de uma formação na qual não embarca um quinto passageiro, uma formação de que nada resulta, senão a confirmação de estereótipos e o refúgio em preconceitos.

Porém, é sempre possível aprender algo em comunidades de amizade crítica. E, quase sempre, nem nos apercebemos disso. Porém, há por aí práticas anonimamente elaboradas, cujo intercâmbio entre escolas urge viabilizar.

Não falemos de "projetos de professor" nos quais o instinto de sobrevivência profissional se alia ao voluntarismo, numa mistura perigosa que engendra projectos isolados com professores a reboque de projetos que são de outros e que se extinguem quando o acaso, o cansaço, ou o sistema de colocações, desvia o entusiasta acidental para outras paragens.

Talvez o fim deste século abra caminho para escolas onde não exista uma única solução correta para cada caso, onde a coerência praxeológica não seja redutível à aplicação linear de teorias, onde os professores não permaneçam "orgulhosamente sós", nem seja reforçado o individualismo que não permite que um "outro" professor participe de um mesmo projeto. Essa reelaboração da nossa cultura profissional atravessará gerações.

Olá, José Pacheco!

A sua obra ou a sua praxis foi a grande inspiração do projeto político pedagógico da EMEF. Pres. Campos Salles. Estamos  engatinhando e ainda nos alimentamos de sua esperança. O que fazer, meu irmão, para mantermos a esperança viva em toda e qualquer situação? O que você tem feito para manter a sua? Um forte abraço. Braz.

Meu amigo e irmão Braz,

Dizia um pedagogo que o professor é, por natureza, otimista. Mas, talvez pelas difícieis vivências, que me foram prooporcionadas no chão das escolas, não acredito na "naturalização" do otimismo. Concordo com o amigo Rubem, quando diz que o otimismo é da natureza do tempo e a esperança é da natureza da eternidade. E, por isso, este velho professor tenta ser esperançoso, resiliente. 

A minha esperança alimenta-se dos gestos simples, que presencio no quotidiano das escolas, que acompanho e onde aprendo. Escolas como a tua.

Recebe o meu fraterno abraço.

José  

Prezado Francisco,
Enquanto, em escolas de grandes centros, a introdução das novas tecnologias ocorre de modo leviano, apenas para "modernizar" um modelo obsoleto de ensino, vejo com agrado que, no Nordeste, há escolas nas quais acontece efetiva inovação. Gostaria de conhecer (diretamente) o vosso trabalho. Talvez possa fazer um "desvio" numa das viagens, para aprender convosco.
Recebe o meu fraterno abraço.
José Pacheco

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