-¿Educación es sólo lo que pasa en las escuelas?

-¿Qué proyectos o personas de ámbito educativo ya actúan en el interior del paradigma emergente de aprendizaje y organización social?

-¿Quién educa? ¿Para qué? ¿Para quiénes?

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Respuestas a esta discusión

El desarrollo del aprendizaje de los estudiantes dentro de la escuela, muchas veces se ve influenciado por la educación que recibe dentro de su hogar y la manera como se desenvuelve el estudiante dentro de la sociedad y los medios de comunicación que están constantemente influenciando de manera indirecta en el comportamiento de las personas.

El ideal de querer promover la educación no escolarizada por medio del internet, se podría cumplir siempre y cuando todas las familias contaran con una computadora para poder investigar y educar a los hijos. Y a la vez sean estas consientes del uso adecuado que le pueden dar para la educación de sus menores hijos y de los beneficios que estos recursos podrían dar para el bienestar de la población. Que los profesores estén debidamente capacitados para administrar estos recursos tecnológicos, y puedan comunicarse con sus estudiantes y padres de familia para promover el aprendizaje colaborativo entre ellos.

Creo que la educación no escolarizada puede ocorrir por medio del internet, o no. Este tipo de educación ya se produce en muchos lugares donde no hay computadoras. La tecnología es sólo una herramienta y, como tal, puede ayudar o obstaculizar. En primer lugar están las personas y los objetivos educativos. En Proyecto Jabuticaba, por ejemplo, donde trabajamos con la educación de la primera infancia, no hay computadoras y la propuesta de educación es no escolarizada.

Saludos desde Brasil!

André, 

Não tem computadores no Jabuticaba por não acharem necessário nesta faixa-etária ou teriam outros motivos? Usariam, eventualmente, como uma ferramenta de apoio? 

Não há computadores disponíveis na Jaya, mas apenas por motivos práticos.

Do ponto de vista mais filosófico, não sou contra, de forma alguma, a tecnologia, computadores, internet. No entanto, não vejo com bons olhos a apresentação precoce dos computadores para as crianças dessa faixa etária, levando em consideração que estão vivendo um processo de subjetivação que envolve a integração entre o corpo e a mente.

O mundo digital é extremamente envolvente e, do meu ponto de vista, pode funcionar como uma prisão mental que impede a criança de viver experiências fundamentais de integração consigo mesma, com o outro, com o coletivo e com o mundo.

Neste ponto, penso parecido com a proposta das escolas Waldorf, que no primeiro setênio priorizam experiências estéticas na direção da articulação do Ser.

Os computadores são ferramentas e, como tais, podem ser adequados ou inadequados dependendo do contexto. No caso da Educação Infantil, até porque querendo ou não vivemos em um mundo cheio de computadores, acho que é uma questão de dose e de direcionamento.

André,

Concordo com você. As novas  tecnologias não são e não têm a solução para tudo, muito menos para a transformação da educação. Há muitas propostas por aí apenas digitalizando o mundo velho, o velho paradigma, o tradicional. Porém, a apropriação das novas tecnologias pelas novas gerações é um caminho sem volta, isto é, ao meu ver, é mais interessante trabalhar com os aspectos positivos e benéficos dessas ferramentas do que ir contra e ficar buscando argumentos para isso. O que nos diria Steiner, por exemplo, no século XXI? Gosto de acreditar que vamos encontrar o caminho do meio!

Acho que Steiner estaria enlouquecido!...rsrs.

Agora falando sério: Steiner é um exemplo de pensador profundamente articulado com o momento histórico que viveu - particularmente pela convivência com a obra de Goethe e com a tradição do século XIX. Penso que não seria possível brotar um Steiner nos dias de hoje, uma vez que o terreno cultural é radicalmente diferente.

Vc colocou um ponto importantíssimo: o uso que fazemos da tecnologia. Uma coisa é digitalizar o velho, de fato, outra, é incorporar a tecnologia como forma de fazer brotar o novo. Uma coisa é substituir a lousa por tablets e manter o mesmo paradigma pedagógico centrado nas aulas tradicionais; outra coisa, por exemplo, seria a oportunidade de usar as mídias sociais como plataforma de comunidades de aprendizagem não-locais, capazes de substituir com vantagens a instituição escolar - isto é, usar a tecnologia como suporte para a emergência de um novo paradigma.

Como vc disse, o contato com a tecnologia, em especial com o mundo digital, é inevitável. Falando como especialista em psicologia do desenvolvimento, porém, meu receio é que as pessoas considerem a digitalização da realidade, desde tão cedo, algo natural e, portanto, inócuo. Não é. Somos seres essencialmente corporais, sociais e afetivos - dimensões que não podem ser contempladas se passamos o dia diante do computador. Como as crianças estão se relacionando entre si, nos dias de hoje? Via tablet, facebook, skype, msn, sms etc.

Acho que o melhor caminho, como vc colocou, é 'trabalhar com os aspectos positivos e benéficos dessas ferramentas', desde que a serviço do processo de humanização. Como escreveu Vygotsky e outros, não nascemos humanos, nos tornamos humanos pela imersão nos modos humanos de ser - e penso que essa é a tarefa-mestra da educação infantil.

O ponto, portanto, a meu ver, é ter a sensibilidade para avaliar quando o video-game, o facebook, o google, o iphone e o MacBook Air, ou o Second Life e os MMPORG estão a serviço da vida e de nos tornarmos humanos (ajudando-nos a entrar em contato com a nossa essência) e quando, ao contrário, tornam-se veículo de uma atividade compulsiva incessante cuja motivação emocional é fugir dos conflitos inerentes à vida, à convivência e à intimidade do mundo humano.

Penso que o jeito que decidimos incorporar as tecnologias às situações de aprendizagem, seja nas escolas, seja no dia-a-dia, determinará a possibilidade das pessoas de levar existências mais significativas ou existências descarnadas, digitais.

Acho que, em função da digitalização da vida, já vivemos uma ânsia por contato genuíno, olho no olho, para além das páginas do Facebook. Somos seres orgânicos e a excitação perpétua (e mecânica) do virtual, por si, não nos alimenta.

André,

Rica reflexão! Obrigada! Estou totalmente de acordo e acredito (sou otimista) que estamos vivendo nesta transição: deslumbrados ainda com o potencial das novas tecnologias e, ao mesmo tempo, "presos" no velho paradigma, sem parâmetros porque estamos fazendo o novo (estamos?)... temos que aprender ainda a ponderar, a saber usar, a se apropriar, a sermos autônomos transitando em meio a tanta informação! 

Steiner, como tantos outros, foi um grande mestre, deixou para nós um legado incomensurável e acho que hoje saberia nos ajudar nesta transição rs não creio no radicalismo nesse sentido.

Conhece esse vídeo? http://youtu.be/-6xGI63nXZg

Que lindo o video, Juliana! Agradeço por compartilhar!

-¿Educación es sólo lo que pasa en las escuelas?

Evidentemente NO,  debemos buscar estrategias y tiempo para  incorporar  los problemas de nuestro entorno comunitario y mundial, acercar todas las iniciativas que se desarrollan en la comunidad y fusionarlas en la escuela.  Desde la escuela debemos formar para mejorar la sociedad en la que vivimos no solo centrarnos en el conocimiento, debemos crear espacios para la reflexión que no sean incompatibles con el  currículo, todo lo contrario deben ser complementario.

Que interesante sería incorporar iniciativas como los Bancos del Tiempo es las escuelas

               http://www.bancodeltiemporivas.org/

Este tipo de iniciativas no deberían ser ajenas a nuestros alumnos.

SIM! achei maravilhosa a prática do Banco do Tempo! Penso que para a Educação mudar, o mundo também precisa mudar, e vice-versa. O modo como se educam as crianças é interdependente de todas as esferas que compõem nossa organização social atual. E o sistema econômico decerto é um elemento-chave da transformação possível. O ponto que eu gostaria de assinalar é que, mais do que incorporar iniciativas maravilhosas como esta à escola e articulá-las ao currículo, podemos pensar em outros modos da comunidade organizar-se em espaços e ambientes de aprendizagem ao largo das instituições formais. Em outras palavras, acredito que a escola (e o currículo, e as aulas, e as disciplinas, e os professores, e os exames, e as tarefas de casa) é o problema.

Para reflexão, recomendo esta matéria, da qual destaco o trecho em seguida:

Clique aqui

"...Camargo propõe a reflexão sobre o que ele chama de “abolicionismo escolar”: o questionamento da existência da escola enquanto instituição insubstituível.“Nossa sociedade percebe o ensino escolarizado como algo absolutamente natural e indispensável, apesar do mesmo existir da forma que conhecemos hoje somente a partir do século XIX. Deveríamos aprender a questionar não os problemas da escola, mas a própria existência dela como um grave problema político.”

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¿Educación es sólo lo que pasa en las escuelas?

Si educación fuera sólo lo que ocurre en las escuelas, los jóvenes sólo podrían convivir dentro de la escuela, si salen se enfrentarían a un mundo desconocido para ellos y probablemente no poseerían las competencias necesarias para desenvolverse más allá de las paredes de un centro educativo.

El centro es sólo un lugar más de encuentro educativo, lo correcto es concebir la comunidad entera como lugar educativo, y esto engloba todos los espacios que esa comunidad posee. Y ahora con el avance de las TIC y el fenómenos de la globalización, existe la posibilidad de que muchas comunidades estrechen lazos y compartan fácilmente.

En definitiva, la educación puede darse en cualquier espacio sin necesidad de que éste sea exclusivamente un centro educativo.

Buenos días, concuerdo con las opiniones de muchos de ustedes que la Educación no se da únicamente en la escuela sino en otros ambientes y  espacios que son:

  • La familia: considero el eje central de la formación de la persona, pues de la familia se aprende valores, creencias, modales, etc.  El niño es un reflejo de lo que son sus padres o de las personas con quien convive.
  • La sociedad: El niño aprende de sus amigos, de su círculo social de la interacción con otras personas.
  • Los medios de comunicación: Son una fuente muy importante de información, muchos niños ingresan a la guardería o escuelas con conocimientos previos que han aprendido a través de la televisión por ejemplo
  • El internet: Ya sea como fuente de información u ocio, es un ambiente de aprendizaje muy importante y está tomando mucha fuerza tanto el aprendizaje formal como el no formal.

Ahora es nuestro deber como maestros y padres de familia abrir un camino de comunicación y saber qué es lo que están aprendiendo o viendo los estudiantes y estar atentos porque si bien es cierto que hoy tenemos a la mano más medios de información también es cierto que debemos tener más cuidado en seleccionarla.

 

Con respecto a ¿Quién educa? ¿Para qué? ¿Para quiénes?

Considero que todas las personas somos maestros independientemente la profesión que tengamos, pues estamos en una sociedad donde interactuamos con otras personas en la familia, el trabajo, en las reuniones y siempre estamos aprendiendo y enseñando a otros y de otros.

Para qué educamos? Educamos para dejar un legado en nuestros niños y  pueda trascender.  Educamos para dar ciertas herramientas o compartir ciertas experiencias que nos han pasado  y que los niños,  jóvenes  y otros adultos puedan con ellas aplicarlas  al contexto que les tocará vivir.

 

Saludos

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